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#426 30-04-2022, às 21h18

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Bohom
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#427 01-05-2022, às 17h40

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Kytära
Mordida de unicórnio dói
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Com: Wesley | Em: Azoth


Apesar do pedido de desculpa o engenheiro não lhe parecia muito arrependido do que fez e na realidade não estava, como foi possível notar com o me senti mais humano hoje. Wesley as vezes lhe parecia um homem muito incomodado com a vida ou talvez com o rumo que ela tomou. Provavelmente coisas assim, esses atos de ajuda ou similares, fossem mais significativos do que ela esperava. Com um pequeno aceno de cabeça a elfa aceitou sinceramente as desculpas e deixou essa parte do assunto morrer. Felizmente estavam todos bem e no final isso que importava, não ia adiantar continuar enraivecida com o que aconteceu ou com ele por muito mais tempo; fora que falar sobre havia ajudado um pouco. Velinha. Reproduziu a ruiva em um tom mais baixo e interrogativo assim que ele finalizou a frase, perplexa com a ousadia do que havia sido chamada. Por alguns instantes balançou a cabeça negativamente estreitando os olhos como se quisesse comunicar um ”não, você não disse isso”, contribuindo com a zombaria que ele havia feito. Oras, ela estava na flor da idade. De qualquer forma era bom vê-lo mais animado e até mesmo exibindo alguns risos e sorrisos, por mais que não fosse deixar barato tal comentário.

Meneou positivamente a cabeça sobre Fridgar. Realmente era uma surpresa boa, pois além de se mostrar um aliado confiável, era também um trunfo nas batalhas assim como havia disso nessa. Só precisavam ter mais cuidado com os efeitos colaterais ou sabe se lá o que havia acontecido com o ursão
—— Krog perdeu o elmo dele também, o coitado estava mais desolado que uma viúva no dia no enterro. Eles devem te contar mais coisas quando se reencontrarem, então não vou estragar o momento contando os mínimos detalhes de tudo —— e acrescentou —— E bem, eu perdi uma de suas lâminas no castelo. Peguei para atacar o Rei enquanto estava caído, mas esqueci de procurar depois que a batalha terminou —— confessou por fim dando um sorriso um tanto quanto sem graça, esperando que elas não estivessem contadas para viagem ou que ele tivesse um apresso muito grande pelas mesmas. Logo que ouviu Wesley responder que incomodava, seu primeiro pensamento foi retirar a mão de cima da cicatriz e dar-lhe certo espaço, mas para sua surpresa a mão do engenheiro lhe barrou o caminho. Haleth então continuou parada, o encarando com a mão no mesmo lugar, ignorando a ponta das orelhas e o topo das maçãs do rosto ligeiramente quentes pela situação. Só desviando o olhar rapidamente quando o outro confessou ter algo a dizer, assentindo que podia falar.

A elfa humedeceu os lábios, principalmente por ter ficado um tanto quando boquiaberta com o que escutou. Wildcard, amigo de Tarik, a lista de descobertas sobre o moreno só aumentava
—— Vocês são amigos de verdade ou faz tempo essa história? Pelos céus Wesley, você tem mais segredos que um cofre —— respondeu escorregando a mão aos poucos até que conseguiu se desprender do peito dele, que a segurava com certa força, mesmo que sem querer. Em seguida levou a mão até o corte no braço, afrouxando a amarração que havia feito para que parece de latejar um pouco; ato esse que deu um tempo para que ela pensasse no que dizer —— Vamos por partes tudo bem... —— começou retesando novamente a postura enquanto cruzava os braços, mostrando-se pouco à vontade com as novidades —— Por que não está do lado dele nesta briga? Eu entendo que apenas a greenstone pode dar o que tanto quer, já comentou sobre, mas Tarik também quer a pedra a todo custo. Ao meu ver poderia ter ficado ao lado do seu amigo e conseguir o tão esperado prêmio...talvez até mais rápido —— tinha uma certa desconfiança sobre isso, apesar de que se Wesley fosse se debandar para o outro lado, não teria comentado sobre um possível duelo entre os dois.

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#428 01-05-2022, às 19h24

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Moisesbe
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Moisesbe
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FOR:08 CON:08 DEX:15 INT: 06 SAB: 10 CAR:02
Local: Azoth Lands Iteração: Haleth

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Wesley via o olhar dela e fazia meio que uma careta. Concerteza, se Wesley vive-se centenas de anos também teria tido tempo que chegue para aprender a cozinhar e a ser bom em basicamente tudo ao invés de especializado em algo em especifico. Haleth dava mais detalhes sobre o aconteceu, e o anão perder o helmo não era uma boa não. Ia ficar mal-disposto e ninguém o iria conseguir aturar... O engenheiro não sabia prever. -Uhm, não faz falta. Mas a pergunta que não me quer calar. Aquilo ali não vem conosco vem? Wesley falou apontando para o fundo para a Tiefling que estava dormindo no chão junta do Krog e aparentemente machucada, o engenheiro não fazia ideia porque pois não viu ela lutando. Mas ele não curtiu muito a gracinha dela dando em cima da elfa no dia anterior na caçada, não que fosse ciúmes... Ou não que ele fosse admitir. Wesley parava de pressionar ela a ouvindo e de facto, isso era algo que ninguém estaria a espera de ouvir. -Bem... Faz muitos anos que a gente não se vê, tempo o suficiente para ele se tornar em quem é hoje. Em defesa do Wesley, ele não sabia que Tarik tinha a pose da Blackstone. E esse era o problema com os amigos né? De um dia para o outro eles viravam cavaleiros negros e você nem reparava. Wesley então notou o corte dela, embora fica-se preocupado ele imaginava que ela ia ficar bem, só se questionava se Haleth tive-se sido tratada por Sónia mas ele não era ninguém para levantar isso. Wesley suspirava ouvindo ela a questionar porque Wesley não lutava pelo lado do cavaleiro e ele se chegava um pouquinho para trás suspirando. -É complicado. Tarik não quer que a Greenstone seja usada ao contrario de mim, quer que ela seja destruída. Algum dia Wesley teria que falar isso para ela? Não? Porque ele estava entando contando para ela sobre essas coisas? Nem o próprio engenheiro sabia, Wesley não precisava de se explicar a ninguém mas ele sentia que podia fazer isso com a elfa e confiar os "segredos" com ela. Wesley voltava a olhar para ela e o medo de a afastar por falar o seu passado era grande, mas por mais tempo que passa-se isso se tornaria em um "segredo" cada vez mais maior. -Eu vou falar a verdade para você. Eu era mais do que um "wildcard". Eu fui um caçador de recompensas e mais tarde, um mercenário. Como você já pode adivinhar, eu já fiz coisas horríveis e imperdoáveis, já machuquei muitas pessoas embora culpadas fossem o alvo, inocentes acabaram sofrendo comigo também. Wesley nem sequer é de facto o meu nome de nascença afinal, porque não? Eu me sinto culpado por tudo o que eu já fiz e por tudo o que eu nunca fiz, mas o meu problema atualmente não é apenas físico. O meu problema não é só um braço, ele apenas me recorda da máquina que eu me tornei para sobreviver e me adaptar ao mundo. Eu vi a chance de morrer por algo, então eu aproveitei... Afinal, gostaria que a minha morte significa-se algo, já que a minha vida não significou nada. Bem, já que ela não queria mais segredos então mais valia ele jogar com um balde de água na cara dela de uma vez antes disso se agravar mais tarde e virar uma bola de neve. -Dizem que Greenstone cura tudo, até alguns problemas a nível psicológico que você adquiriu ao longo da vida. Talvez ela me dê alguma paz. Wesley não se esforçava para ser feliz, ele sabia que mais tarde ou mais cedo o carma iria bater na porta, ele só não aguentava mais a aflição e a agonia de ter parte do corpo robotizado. Wesley suspirava e ia fazendo algum esforço para se levantar, eles ainda teriam que ir a procura de Fridgar e finalmente voltariam para casa, Wesley não ficaria nem mais um dia em Azoth... Na verdade, ele nem queria ter lutado com nenhum rei, Cruiser foi quem o obrigou a isso.


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#429 01-05-2022, às 19h24

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AoiHikaru
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23 ANOS ● TRITÃO ● HUNTER ● CAMPEÃO ● GRAY ● 1,72CM/2,35CM ● OUTFIT

● FOR: O3 ● CON: 1O ● DES: 11 ● INT: O5 ● SAB: O8 ● CAR: O3 ●


INTERAÇÃO: Dom
LOCALIZAÇÃO: Azoth


----------------------Ainda extremamente incomodado na própria pele ressecada, o tritão continuava a esfregar o selo queimado em seu pulso. E, sentindo queimar, parou e estendeu o braço, a marca na frente dos olhos, só para notar que parecia ainda pior que antes. Suspirou pesadamente, o cabelo recaindo ao abaixar a face. Talvez ficar esfregando tenha sido uma péssima ideia, mas não era como se tivesse muitas opções no momento. Talvez fosse melhor parar de mexer. Tirando de um dos bolsos da calça uma bandagem, ia a enrolando ao pulso, até que algo sacudiu sua atenção, fazendo os cabelos da nuca eriçarem. Era uma sensação incômoda de estar sendo observado. Os brilhantes orbes azuis se arregalaram atentos, enquanto, deixando a bandagem cair por ali mesmo, o loiro se colocava em uma postura mais alerta, olhando aos arredores, tentando achar de onde vinha o par de olhos que o encarava de algum lugar ainda não identificado. Seu olhar passou para lá e para cá, até que, em um canto obscuro, uma figura encapuzada parecia olhar fixamente para si. Só podia ser aquela a origem da sensação de estar sendo observado. Apesar de pouco tempo depois, a figura parecer ter mudado o foco para outra coisa.

----------------------Estranhamente, havia algo familiar naquela sombra no escuro. Indra estreitou os olhos, dois filetes de água-marinha a encarar a figura obscura. E como um estalo, a verdade bateu em sua mente. —Dom? — questionou a si mesmo, em voz alta o suficiente para que somente o próprio Indra pudesse ouvir, os olhos abrindo em surpresa por vê-lo ali. Mas o que ele fazia ali? Indra tombou a cabeça, pensativo. Não se lembrava de tê-lo visto no caminho, de onde ele havia surgido. E ele não era um campeão do Rei, por que estaria ali? Mordeu o lábio inferior. Queria ir lá perguntar a ele…mas será que deveria?

----------------------Munindo-se de um - pequeno - lapso de coragem, o príncipe resolveu deixar a curiosidade vencer. Apneia do chão a bandagem e enfiou no bolso, e também as vestes superiores que repousavam num canto, mas não as vestiu, estava calor demais. Sua bochechas esquentavam mais e mais a cada passo que dava na direção do vizinho de porta, até ficar a poucos passos de distância dele. —Dom? — perguntou como havia feito a si mesmo antes, mas dessa vez mais audível e o tom carregando uma dúvida ainda maior, misturada a uma parcela da vergonha que sentia e agora transparecia em sua voz. —O que voce faz aqui? — questionou sem rodeios, não resistindo ao chamado da curiosidade. Enrolar assunto nunca havia sido seu forte, afinal.


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#430 02-05-2022, às 16h22

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Kytära
Mordida de unicórnio dói
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Com: Wesley | Em: Azoth


Caso não tivesse se virado, não teria imaginado que a colocação ”aquilo” se referia a tiefling que dormia pacificamente junto a Krog. Certamente a mulher era peculiar assim como havia sido a demonstração afetiva antes da caçada; que por sinal ainda deixava a elfa embasbacada. De qualquer forma tinha suas dúvidas sobre como as coisas se resolveriam, pois mesmo rondando o ferreiro e o acampamento não tinha certeza se ela os seguiria. Olhou mais um pouco para os dois desmaiados balançando negativamente a cabeça, comunicando que não sabia se ela iria junto ou não. Talvez Krog soubesse melhor dessa resposta.

Por mais enraivecida ou frustrada que Haleth estivesse, não conseguia esboçar reação alguma. Continuava apenas martelando o dedo indicador em um dos braços cruzados, escutando e escutando os segredos dele. E ficou assim por um bom tempo
—— Eu não sei nem o seu nome de verdade....incrível —— replicou com sarcasmo, deixando um sorriso igualmente falso lhe transbordar os lábios. Era sabido que ruivinha tinha um péssimo traço, sua desconfiança e por mais que soubesse que as intenções do homem era boas em contar tudo, não podia deixar de se sentir incomodada em descobrir tantas coisas depois de começar a confiar no mesmo em tão pouco tempo —— Aonde pensa que vai? Não pensa que é só tacar toda a porcaria na mesa e sair andando bonitão —— alertou de forma mais áspera, levantando-se prontamente uma vez que não sabia se o engenheiro deixaria o local ou apenas havia se cansado de ficar sentado. Ainda em seu tom mais amargo começou —— Realmente seu problema não é só o braço, é querer a todo custo viver do passado e de um passado que nem se quer existe fora da sua cabeça. Você acha que a pedra vai magicamente apagar tudo o que você fez ou transplantar lembranças boas no lugar das que não gosta, só que aquele objeto não vai fazer isso! E ter o seu braço de volta não vai mudar o que fez...—— e acrescentou um pouco mais pesarosa relaxando a postura ——...e mesmo que apague as coisas ruins pode ser que apague as coisas boas também, as antigas e as de agora. Você acha que vale a pena isso? —— indagou antes de apontar para o braço mecânico voltando a postura mais ereta —— Cada parte desse metal é quem você é, assim como cada cicatriz no meu corpo fazem quem eu sou. Não totalmente, mas uma fração de quem somos. Não tem como apagar essas coisas, chama-se viver, errar, acertar e crescer. Você quer um significado para sua vida? Ótimo, começa a buscar algum agora ao invés de tentar mudar o que já aconteceu —— esbravejou gesticulando em direção ao horizonte, demonstrando um possível futuro a frente. Respirando fundo a elfa abaixou-se para pegar o arco, dando também um certo tempo para acalmar os ânimos.

Dessa vez com a expressão e voz mais calmas, ou pelo menos mais controladas que antes, aproximou-se ligeiramente apontando para cicatriz no peito dele —— Isso tem significado e faz parte da sua vida agora...Sinceramente eu não sei o que você fez que te perturba tanto, mas paz e um “significado” glorioso não querem dizer só aquele guerreiro imaculado de capa branca que vem salvar a donzela em perigo no final do dia. Você tem que lutar pela paz também, mas mesmo que venha a ter ela em mãos ou a vida diferente que tanto deseja, vai jogar no lixo por não se achar digno —— vagarosa, apoiou a mão na lateral do rosto do mesmo em um sinal de conforto —— Você é um homem adulto e parece mais perdido que uma criança sabia —— confessou antes de escorregar a mão de volta para si com um suspiro. Bem, provavelmente a mulher se arrependeria de uma ou outra coisa que havia falado no momento ou descobriria mais tarde uma forma menos agressiva de se expressar, mas até lá já seria tarde. De qualquer forma havia chance de se retratar ou tentar complementar de forma positiva depois, pelo menos esperava que sim.


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#431 02-05-2022, às 20h01

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Local: Prédio da Academia de Literatura     Interação: Finn
Roupa:+     Colar:+     Emblema:+     Adaga:+     Ficha: +


Com uma expressão melancólica estampada em seu rosto, Ea’tha abria um breve sorriso que ao mesmo tempo que expressava o seu orgulho de ser uma habitante de Thornanorva também apresentava um tom de tristeza por algo que havia sido perdido. — Sim. Um dia foi um reino muito belo, esplêndido para ser mais precisa. - parando por alguns segundos a sua fala, a drow desfiava o seu olhar do Finn para observar mais uma vez as estantes que os circundavam numa tentativa de controlar as emoções conflitantes que começavam a emergir dentro de si. — É uma pena que tão poucos tiveram a oportunidade de conhecer Thornanorva, mas no fim foi uma escolha que veio  muito antes de mim e talvez tenha sido uma consequência de viver no coração das florestas de Emsor.

Não querendo deixar um clima de mal-estar no ar, Ea’tha abria um breve sorriso enquanto abanava a mão indicando que estava tudo bem. Então, para abandonar esse tópico, a maga comentou brevemente dos estudos que ela fez naquela manhã e da sua intenção de se dirigir ao pântano. Mas, ela que começava a planejar fazer a missão sozinha foi surpreendida pela a oferta do homem para ajudá-la, o que, inevitavelmente lhe garantiu uma expressão de surpresa, principalmente por conta da justificativa dada por ele.  Pois, ele dava destaque a algo que ela não havia percebido – o seu comportamento impulsivo que desde que havia encontrado aquele livro -  que aparentemente atingiu o seu ápice devido ao súbito desejo de ir para o pântano por conta do que ela havia lido em seu interior. Certamente poderia ser uma cilada para algum curioso que havia pegado aquele livro, mas mesmo assim ela não queria se deixar abalar por essa possibilidade e queria ver o que havia lá com os seus próprios olhos. — Hm... Quem sabe pode ter razão, me recordo que Shagrath comentou vagamente sobre alguma coisa relacionada aos pântanos e acho que não era algo bom. Mesmo que eu duvide que tenha algo muito extraordinário lá, como uma basilisco ou qualquer outra criatura mítica, mas mesmo assim sempre é bom ter cuidado.

Então, antes de se retirar de vez do prédio da Academia, a guarda devolveu o livro misterioso e as escamas para os seus respectivos lugares antes de retornar mais uma vez ao encontro de Finn. —Mas tem certeza mesmo que quer vir? Mesmo que os pântanos não seja um dos lugares mais seguros de se estar, as minhas pesquisas estão longe de serem as das mais divertidas e agradáveis. Então, recomendaria utilizar uma roupa que não se incomode de sujar, pois, talvez nós sujemos no processo.

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#432 02-05-2022, às 20h07

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LizGiulles
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Local: Laboratório de Alquimia     Interação: Khadija

― Gosto da maneira como você pensa.- a sílfide disse em meio a um sorriso antes de prosseguir a sua fala. ― Sempre acreditei que  o tempo era capaz de consertar grande parte dos males que nos afligem, e por conta disso fico feliz de escutar o seu ponto de vista para essa situação tão particular. Francamente é impressionante que alguém que aparenta ter tenra idade seja tão desenvolta, principalmente pelo o pouco que pude vivenciar com os humanos, vejo que independentemente da idade, muitos estão agonizando pela a ansiedade. – Após expor a sua opinião em um tom de voz mais reflexivo, Leana prestava mais a sua vez a sua atenção ao que a xamã tinha a dizer e vendo a sua reação na última parte ela não pode evitar de soltar uma risada borbulhante antes de retribuir o seu abraço. ― Que isso, querida! Não tenha dúvidas que aqui você sempre poderá se sentir acolhida e sempre que se sentir insegura e quiser conversar ou se simplesmente precisar de um lugar tranquilo para refletir, estarei de braços abertos tal como hoje. - Ela dizia isso em meio a um sorriso largo antes de soltar ela do abraço. ― Me sinto lisonjeada por ter conseguido te ajudar de alguma maneira, mesmo que tenha sido de um modo inconsciente, espero que nos nossos próximos encontros consiga te ajudar de uma maneira mais apropriada.

Passado aquele momento mais emocional, Leana escutava a Khadija falar de sua avó com a mesma curiosidade ao qual tinha desde o início da sua conversa. Mas, quando ela escutou ela mencionar o hábito de sua avó de olhar as estrelas, aquilo acendeu drasticamente a sua tensão e isso fez com que ela permanecesse em silêncio por alguns segundos enquanto digeria a informação. Ela começava a se questionar, se em algum dia de seu passado, se algum dos silfos que existem ao longo do continente se comunicou com a senhora e talvez tenha ensinado como entender o que as estrelas tinham a dizer. Então sem se estender muito na sua reflexão, a mulher comentou brevemente a capacidade dos anciões silfos de lerem as estrelas e de que ao lê-las eles estariam lendo sobre o destino dos povos. Isso claro quando entendiam o que elas tinham a dizer, pois pelo o que ela pode ver as informações vem de forma desordenada e cabia aos anciões ler o que era dito pelas as estrelas e tentar interpretar aquilo da melhor forma o possível.

Mas, assim que a sílfide escutou o agradecimento no fim da resposta da xamã, ela com um sorriso tímido começava a balançar a mão negativamente indicando que o que havia dito não havia sido nada demais e tão logo ela continuava a sua fala incentivando a campeã. ― Tenho certeza que agora você vai conseguir! A final você não é a mesma Khadija de ontem, tal como a Khadija de hoje não será a Khadija do amanhã. Todo o dia nós aprendemos algo novo, mesmo que a gente não perceba, tal como aconteceu em nossa conversa. - se sentindo rendida a um lado mais reflexivo e poético dos silfos, a wildcard fazia uma breve pausa antes de continuar mais uma vez. ― Algo que é completamente corriqueiro para a minha espécie, de alguma maneira se assemelha ao um hábito que a sua avó tinha e isso me faz se questionar se algum dia um silfo desceu dos céus, encontrou a sua avó e talvez continuaram a se comunicar por meio das estrelas.

Após escutar o ponto de vista da mais nova, Leana se sentiu energizar pela a mesma energia que ela emanava e logo emendou a sua fala de maneira animada. ― Isso torna tudo mais belo, não é? Como se tudo fosse tender a um equilíbrio praticamente perfeito e nós podemos fazer parte disso tudo. Todos têm uma função e tal como você disse em momentos anteriores, todos temos o nosso valor no meio desse sistema. Tal como ocorre no preparo das funções, independentemente de os itens terem diferentes raridades, todos apresentam o mesmo valor no preparo da função e muita das vezes na ausência de um único elemento a receita vira um verdadeiro desastre. – a negra finalizada a sua comparação com algo que lhe era tão cotidiano em meio a uma risada. Ela se sentia feliz por ter tido a chance de ter conversado com a Khadija naquele dia, ela até então não havia percebido, mas sentia falta de ter conversas mais longas com as pessoas e não estar a tratar apenas de pedidos e encomendas de terceiros que ás vezes chegavam nela de forma ríspida sem lhe darem um misero bom dia.

Finalmente se aproximando da meta que elas haviam prometido, Leana observou de forma grata a campeã finalizando o preparo de mais uma poção e tão logo anunciando que iniciaria uma pausa. ― Esse é um dos motivos de gostar de fazer tanto do que faço. Sem dúvidas é uma ciência trabalhosa, mas é muito gratificante manipular os elementos, fazer os seus preparos e observar o que podemos criar de novo. É impressionante que sempre podemos descobrir algo novo enquanto estamos fazendo os testes, no fim vivemos num ciclo de eterno aprendizado e isto é completamente eletrizante. - a sílfide dizia isso em meio a um sorriso enquanto também parava de fazer o preparo das funções, só que ao invés de acompanha-la também no descanso, a mulher aproveitaria para chamar algum guarda que estivesse passando na rua para poder despachar a metade das poções para enfermaria e assim que fosse oportuno chamaria algum guarda para pegar a segunda remessa. ― Devo falar mais uma vez que tu fez um excelente trabalho hoje, levas jeito nisso, e nada mais justo do que descansar após um dia tão exaustivo.


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V E S T I M E N T A: +  A D A G A: +   F I C H A: +

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#433 03-05-2022, às 17h30

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Update: Medalha de honra.

Um dia se passou.

Levou um tempo após os heróis recuperarem tanto fisicamente quanto mentalmente da sua batalha contra aquele que nós conhecemos por "Morte". Mas assim que foi possível, todos foram levados para volta das carroças e começaram a sua viagem pare retornar ao bom e velho reino de Greenstone. Alguns consideraram ficar, enquanto que outros juraram nunca mais falar mal do outro reino. A viagem demorou várias horas então tanto Cruiser quanto os heróis chegaram de noite no reino, onde tiveram tempo de se arrumarem nos seus aposentos até ao próximo dia.

Quando ainda cedo foram reunidos vários aldeões e campeões, eles observavam a construção de um pequeno pódio na praça que os guardas organizavam. Segundo eles, o próprio Rei viria a público reconhecer o bom trabalho e o sucesso na missão em Azoth. Alguns aldeões pareciam radiantes por finalmente terem a chance de ver Kall em pessoa, alguns até já suspeitavam que o rei nem sequer existia dentre outras muitas teorias da conspiração pelo "sumiço" do rei. Mas a verdade, é que ele era de facto uma pessoa atenta e reservada, em um reino que abriam as portas para todo o tipo de pessoas, desde Drows até Tieflings então todo o cuidado era pouco.

Assim que os preparativos eram feitos. Krog, Fridgar, Wesley, Birdy, Haleth e Seraphine foram chamados ao pódio por alguns guardas por ordens do rei. Assim que o grupo foi reunido as pessoas gritavam já sendo noticiadas com a vitória em cima de um dos temíveis reis de Azoth. Demorou um pouco mas por fim Kall Kembley, bem-vestido e com boa aparência. Ia caminhando acompanhado por alguns guardas de serviço: Kall acenava para a plateia que gritava e assobiava bem alto. E após um pequeno discurso Kall dava um novo título para os heróis, tal como um nome para aquele grupo e uma medalha de honra pela coragem e pela iniciativa que eles tiveram em escolher partir para Azoth e concluir a missão dada.

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Após uma pequena celebração de alguns dos presentes e de um guarda ou outro estourar uma garrafa de champanhe, o público aplaudia e gritava os nomes dos novos heróis de Greenstone. Então o rei anunciava que seria oferecida uma festa logo a noite dentro do grande castelo real para celebrar a vitória do grupo, onde todos os Heróis, Campeões, Guardas e até Wildcards estavam convidados. A medida que o público continuava a celebrar Kall voltava a se retirar do pódio ficando apenas ao lado da estrutura batendo palmas e incentivando os aldeões a fazer isso.


Em Althea;

Enquanto que em Greenstone se abria champanhê e cozinhavam bolos preparando uma festa memorável Em Althea o ambiente não podia ficar mais pesado. "Desobediência não será tolerada" A frase de um dos guardas pairava no silêncio das ruas após brutalizarem um jovem que se rejeitou a compactuar e a partilhar informações quanto a Tieflings. Dois guardas, realmente grandes com pelo menos 2 metros de altura cada um, e ao contrario dos outros reinos... Os guardas de Althea ficavam vestidos com armaduras douradas que refletiam até a luz solar. Após arrastarem o moço, um alquimista criava uma mistura e após criar uma poção de fogo fazia uma Fireball atingindo o indefeso aldeão.

Não era uma queimadura que ficaria a longo termo nem que fosse deixar marcas mas ainda assim o jovem apoiava as mãos na cara se deitando no chão a gritar. Esse era o teste que eles começaram fazendo em suspeitos para descobrir os Tieflings escondidos no reino. Embora fosse prometido que não os machucariam, não era isso que a opressão dos guardas dourados demonstravam. Só depois dos guardas abandonarem o lugar que os aldeões presentes na praça tomaram a iniciativa de irem socorrer o jovem agonizado com água e toalhas. A medida que o caos se acalmava, um cartaz voava pelo ar.

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Alguns dos aldeões estavam começando a ficar fartos do modo como eram tratados, e ao que tudo indicava, este podia ser o começo de uma nova facção se unindo contra uma suposta "obsessão" da Rainha Dama em capturar Tieflings. Estava na hora de alguém dar um passo em frente e lutar por liberdade e por direitos iguais... Mas quem iria dar o primeiro passo? E se arriscar acabar nas masmorras, ou pior... Preso pelo pescoço em uma forca? O jovem por fim mais calmo foi tratado do ataque e dos ferimentos e as ruas voltavam a "normalidade" do ambiente.


Tutorial


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#434 03-05-2022, às 17h32

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Local: Greenstone Kingdom Iteração: Pessoas

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Kall não alimentava as teorias da conspiração, mas, ele super que achava graça a algumas em seu nome. Afinal, o rei mal era visto até pelos seus próprios guardas. Será que Kall realmente existia? Ou será que era tudo uma mentira para enganar o povo? Será que ele era um reptiliano e por causa disso não envelhecia? Ou será que ele era um ser imortal? Bem, no final do dia Kall era Kall e ele era feito de carne e osso tal como qualquer outra pessoa. Na verdade, era um humano com defeitos e qualidades como os demais. Talvez um dele seja ser reservado, não era como se o homem que tinha pose da própria Greenstone tive-se medo de ser ferido na rua por algum wildcard. Kall vestia uma roupa azul e branca, se arrumava da melhor forma que o seu próprio aspecto permitia. Kall releu alguns documentos relativos a novas pessoas entrando no reino, sim claro que o rei soube quanto aos irmãos e quase qualquer pessoas que entrava no seu reino. Kall conhecia todos porque era esse o seu trabalho afinal. Cruiser assim que chegou, pareceu extremamente furioso com algo, reclamando com uma carta na mão. -Sua missão em Azoth não foi seu melhor trabalho não é? Você sabe que eu não te enviei para combater, apenas por ser de confiança. Kall falava quase que zombando do líder da guarda, Cruiser tinha a melhor qualidade possível: Lealdade. Então segurava a carta de Kenari a lendo. Oh, aquilo realmente parecia problemático? Kall não sabia dizer, pois o rei via ambos Shagrath e Kenari como dois adolescentes bobos vivendo algum tipo de fase, talvez fosse por causa de sua idade mais avançada. -A, "viva a pedra verde" que fofinha. O rei falava em um tom natural lendo o começo da carta mas então a medida que o tópico ia se tornando preocupante as expressões do rei iam mudando como se ele tive-se lendo uma história cheia de plotwists. -Bem, espalhe por ai que Kenari traiu nosso reino e se juntou a Black Rose. Cruiser cruzava os braços olhando para o rei que apenas revirava os olhos. -Não me olhe assim. É o único jeito de proteger ela agora e faça essa carta nunca ter existido. O rei entregava de novo o objecto para Cruiser. Não tinha mais decisões a tomar, Tarik podia também ter os seus espiões e infiltrados, então assumir que Kenari realmente traiu o povo era algo que iria chegar aos ouvidos de Tarik e ajudaria no "disfarce" dela, mas afinal de contas... Cada um era livre de fazer o que quiser e ser "guarda" era apenas uma profissão. Bem, tinha mais um assunto pendente para Kall tratar então ele visitou a enfermaria onde se situava o antigo colega de guarda da Kenari. Kall viu o paladino a sair da cama impressionado e falando que estava recuperado e o rei apenas fez um gesto com a mão para o prateado ficar tranquilo. -Relaxa Sir Bouncher. Eu não vim aqui para curar você com a Greenstone. Na verdade, eu vim aqui te dizer que sua amiga traiu nosso reino e se juntou a Tarik. Antes de você quebrar outro piano, também te informar que você está sendo retirado do seu cargo de guarda por enquanto. Tire umas férias. Kall não prolongaria a conversa, também não pederia a ele pare encontrar a Ordem dos Templários ou procurar Viridi Terrae, ele tinha que fazer o que o seu destino mandava para o bem e para o mal e ele não podia fazer vista grossa aos erros cometidos pelo ex-guarda. Mas, ele era livre para ficar também se quisesse pois Kall não colocaria ninguém na rua. Antes do paladino reagir, Kall com sua mão empurrava o peito do homem o sentando de volta na cama e lhe tirava o colar. Curioso o prateado nem saber da importância daquilo. Então Kall seguiu para as cavernas onde conversou com alguns feiticeiros do culto e lhe explicaram melhor o que era aquele colar e do poder dele. O rei podia manter ali o colar pois era um lugar seguro, porem Greenstone era um alvo de Tarik e ele não podia deixar aquele artifacto um dia chegar nas mãos do cavaleiro negro. Então Kall fechou o objecto em uma caixinha e entregou para um elfo de confiança do reino Reluzente e pediu para entrarem o objecto lá.
(-)
Kall deu indicações a Cruiser para arrumar dois novos guardas. Infelizmente por mais que parece-se estranho, sim ele tinha que substituir Kenari e Shagrath... Alguém precisava de fazer o trabalho deles dois, e Kall viu dois potenciais substitutos. Uma mulher sacerdote misteriosa que parecia conhecer uns códicos que honestamente... Já eram antiquados e ultrapassados mas que indicava que ela podia ter tido contacto interior e talvez treinamento de um ex-guarda veterano... Kall chegou na praça onde subiu ao pódio da praça e naquela estrutura de madeira, ele olhou para trás vendo os tão proclamados heróis reunidos. Kall fez um pequeno sorriso e se virou para a pequena porem animada plateia. -Bem, antes de mais eu gostaria de dar as boas-vindas aos nossos heróis que retornaram após uma vitória contra Azoth. Ele falava sinalizando com a mão para eles e fazendo um pequeno sorriso. Kall achava graça a aqueles grupos incomuns de desajustados diferentões e que estranhamente tinham sinergia uns com os outros. -Krog de Grimor, Fridgar de Drytanvorea, Wesley de Clockwork, Birdy de Autumnia, Haleth de Mÿrdoin e Seraphine de... De onde quer que seja que ela tenha vindo. Algumas pessoas riam pelo rei não ter essa informação ou talvez nem se lembrar. Então Kall tornava sua atenção de novo para a plateia reunida, era a primeira vez que ele estava falando em público em muitos e muitos anos então ele talvez já tive-se perdido o jeito. -Para aqueles preocupados e receosos dos tempos que se aproximam, eu devo relembrar que as negociações de paz que falharam foram entre Greenstone e Azoth. Ainda estarei aberto para discutir ideias e tratados com Tarik de Puritales... As pessoas começavam a vaiar quando ouviram esse nome. -Mas, o dragão que atacou nosso reino veio de Azoth e foi enviado pelos reis de Azoth. Pessoas sofreram e pessoas morreram e isso não seguirá impune. Por enquanto Tarik destruiu um muro e feriu um guarda que o atacou para chamar a minha atenção, avaliando essa situação se for possível conversar com ele no futuro, não descarto a ideia. Mas por enquanto irei o assumir como inimigo, e eu não tenho medo de lutar também se for necessário. Kall falava em um tom até que ameaçador e a ideia de verem uma luta entre os dois reis deixava o povo dividido e inquieto, mas ninguém era obrigado a concordar nem a discordar. -No começo, no dia em que o dragão se aproximou dentro daquela nuvem de terror, e mergulhou em nosso reino queimando tudo com um fogo mágico e destrutivo... Eu já sabia de algo. Greenstone precisava de novos heróis. De campeões. A minha primeira ideia era dividir eles em grupos onde podiam resolver muitos dos problemas do reino em troca de claro, dinheiro e poder. Poses e títulos. Mas, apenas um grupo ficou. Apenas estas pessoas aqui atrás de mim que salvaram o povo de um dragão de verdade e ainda escolheram ir a Azoth e defender Cruiser do "rei lunático". Este grupo de pessoas aqui atrás de mim. Kall sorria dando espaço para o povo ver aqueles que ele considerava os heróis de Greenstone. -Merecem reconhecimento, mas só serão reconhecidos se tiverem um nome. Então eu promovo eles. Como parte do primeiro e único esquadrão de Greenstone... Eles serão o nosso... Adventure Squad. Assim que o rei falava ele se afastava mais deixando a plateia a aplaudir e a gritar o nome do novo grupo. Sir Cruiser e um guarda apareciam com uma caixinha, o guarda tirava de dentro das caixas uma medalha com duas letras escritas nelas: "AS". Então o guarda colocava essa medalha por volta do pescoço de cada um dos combatentes ali presentes. -Eles terão tempo de partir em mais aventuras, mas por agora. Sinta-se livres para celebrar a vitória, irei pedir para organizarem um banquete e a festa que vocês tanto querem e merecem. Obrigado, por tudo. Kall terminava então de fazer fazendo um gesto sofisticado com a mão agradecendo ao seu povo e saindo do pódio, o rei não podia dizer que era fã de festas mas ele gostava de dar isso ao seu povo e aos seus campeões de vez em quando.

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#435 03-05-2022, às 22h23

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Local: Greenstone Iteração: Ninguém

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Já fazia algum tempo que Olaf estava tentando ser oficializado em algumas fações, o que era díficil dado a fama de Althea. Olaf estava ansioso por ver o que tinham a anunciar, era bom ele ouvir e ver algo novo. O reino onde o Orc vivia era Althea e mesmo ele tendo um bom título e boas poses, ele decidiu sair daquele lugar por um tempo e viajar em um reino mais tranquilo e mais amigável. E Greenstone não lhe parecia ruim, tinha fações livres e independentes, bons lugares e bons trabalhos onde os aldeões podiam se estabelecer. E muitas pessoas, campeões e heróis interessantes... Para além de raças de todos os tipos. Olaf nunca conheceu nenhum dos campeões de Greenstone mas ele ia aproveitar essa oportunidade para isso. Já que decidiram fazer até um pódio para apresentar eles. As coisas em Althea não era assim, os campeões lá eram... Mais solitários. Olaf se sentia cativado em ouvir os nomes e a ver cada personalidade naquele palco e ele até se imaginava um dia ter ou participar de um desses esquadrões. "Adventure Squad". Talvez um dia quem sabe? Por agora ele queria se enrolar feito uma bola de pelo e voltar a dormir. Ver o rei foi uma surpresa agradável, mas não chegaria muito perto. Pois o tamanho e o peso do Orc as vezes assustava as pessoas, e ele também não viu muito interesse em participar da tal festa mas a noticia que ia haver uma era algo muito bom que lhe havia agradado. Olaf ainda tinha que se habituar a aquele reino e a aquelas pessoas mas isso não seria um problema. O Orc foi até a uma esplanada e ficou lá sentado ouvindo ao fundo o resto do discurso e os aplausos das pessoas que apoiavam o movimento.

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#436 07-05-2022, às 22h38

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com: ninguém | em: Althea


Parcialmente apoiada no balcão da antiquada loja, Dominique jogava para cima o cubo mágico que havia acabado de completar. Lançava ao ar novamente toda vez quando sentia a madeira tocar sua pele, quase que em um ciclo infinito de vai e volta. Na sua frente estavam um papel de aparência desgastada, escura e pisoteada, era o revolucionário cartaz que foi jogado em praça pública quando os atos de brutalidade da Guarda Dourada e da Dama de Ferro começaram com uma inesperada caça aos tieflings —— Bem-vindos ao Chest of Wonders, no que posso ajudá-los? —— Indagou deixando um sorriso mais caloroso transbordar o rosto enquanto um casal de clientes adentravam a loja olhando os pertences expostos, provavelmente procurando um presente para a jovem rechonchuda e espalhafatosa já que se aproximavam dos colares. Tão rápido quando puderam notar, Dom arrastou o livro caixa para cima dos papéis ainda jogando o cubo para cima como forma de distração —— Se precisarem de ajuda é só avisar e todos que estão na caixa marrom são de pérolas verdadeiras —— anunciou largando por fim o brinquedo sobre o enorme livro, dividindo a atenção entre os presentes e as preocupações sobre as cartas.

Não podia negar que as coisas em Althea estavam tomando rumos muito obscuros, mais radicais até que o normal, fazendo uma mudança daquele reino parecer a solução mais tentadora possível. Infelizmente só tinha uma desculpa plausível para deixar a cidade se seguisse para Greenstone, afinal tinham acabado de estabelecer uma rota comercial e poderia usar isso de desculpa com os estúpidos guardas que atualmente fiscalizavam até sua respiração
—— Devo dizer que é uma ótima escolha. Este é importado e está 20 peças a menos, uma barganha pela qualidade do produto —— Interrompeu o raciocínio incentivando os clientes a levar o colar que tinha em mãos antes de sorrir para o novo e estranho cliente que adentrava o comércio. Era fácil convencer as pessoas a levarem os produtos, para as mulheres geralmente precisava focar na exclusividade e com os homens tinha que focar na parte do bolso; ou melhor, oferecer o melhor preço.

Voltando ao seu mundinho interno, não queria deixar Clara e Cassandra sozinhas na áurea cidade de qualquer maneira, ainda mais com o caos e a brutalidade que sobrava até para as crianças. Embaralhando o cubo mais uma vez observou um pequeno pedaço do cartaz escapar ao final do livro, quase imperceptível, puxando-lhe a memória que ainda tinha que descobrir o que raios de grupo era esse que estava se formando. Sentia que nas sombras da cidade um burburinho ganhava força, mas precisava observar de perto o que realmente estava acontecendo e como isso poderia afetar seus negócios.

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#437 08-05-2022, às 12h12

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Local: Althea Iteração: Dominique

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Foi bom ter reencontrado o engenheiro ele realmente conseguia atrair problemas dos grandes e isso sempre era vantajoso para um bardo. Avaliando o grupo e a situação Daxter fazia alguns apontamentos, eram muitos nomes para decorar e muitas personalidades. Honestamente, ele estava ficando velho para esse trabalho. E se não fosse o facto dele ainda se interessar pelas histórias que contaria aquilo seria até que massacrante. Daxter podia dizer que reconhecia talento quando visse, ainda que... Ele perdeu algumas moedas por causa daquela gracinha do Akira. O bardo apostou a favor dele porque ele já imaginava que ele estava fazendo alguma batotice para levar a melhor, e parece que isso lhe saiu caro pois ele tomou uns bons socos e desmaiou... Era a ultima vez que apostava contra elfos ele tinha que ter em consideração a visão aprimorada e os bons reflexos deles. A história dos campeões de Greenstone era interessante e talvez Daxter revive-se a sua antiga ambição. Escrever um livro. Foi uma ideia que ele teve muitos e muitos anos atrás, mas a "protagonista" da sua nova obra derrotou o vilão cedo demais e ainda sumiu com o reino da pedra azul. Agora restava ele apontar novas ideias e novos traços para o seu trabalho. Ele via potencial naqueles que derrotaram "Morte" e talvez Tarik fosse o grande vilão que Daxter precisava na sua história, mas quem seria o herói? O grande e bruto anão não tinha perfil nem carisma para isso, o engenheiro sequelado muito menos, a elfa também não esbanjava heroísmo e uma causa forte o suficiente, Birdy e Seraphine eram apenas garotos quase que como crianças aos olhos do dourado... Fridgar, o Feral amaldiçoado, o grande bárbaro. Esse lhe parecia o ideal por enquanto. Talvez Daxter para-se em Shermon mais tarde para espalhar por lá os feitos do Drytanvoreano e pisar no ego do Rei Orc pra ver o que aconteceria entre eles e Greenstone. Até lá, ele deixaria os heróis repousar e celebrar a vitória... Enquanto isso. Daxter retornaria a casa após tantos anos. O bardo não podia dizer que encontrou muitos Tieflings na sua vida sendo a Azuriel a primeira na qual ele teve contacto que ele saiba, mas a controversa que Althea estava a gerar em volta dessas criaturas lhe chamava a atenção. Daxter mesmo sendo ainda parte de uma família dourada, afinal a família não se escolhe, ele ainda era um homem do povo e retornou ao reino com interesse nas intrigas de uma suposta revolução... Claro que isso era o povo sendo exagerado, apenas um dos guardas dourados era mais do que o suficiente para lidar com uma Riot, mas isso não impedia Daxter de presenciar, comer pipocas e tacar "lenha na fogueira". Não era como se Daxter gosta-se de confusão, mas ele vivia as custas de heróis esse era o seu trabalho e para heróis nasceram era preciso incentivo e de bons vilões. Por mais que ele gosta-se das roupas que usava lá fora, Althea era quase que um mundo completamente diferente, era até possível ele aparecer mal vestido e o expulsarem do reino por causa disso. Então o bardo tirou suas trancinhas e vestiu umas bonitas calças e camisa lhe dando um aspecto de um ser humano normal e "não bêbado". Fazia realmente muitos anos que ele não parava ali, mas ele sempre era bem-vindo pois dinheiro falava mais alto do que qualquer coisa e ele como bardo não tinha problemas monetários.
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Daxter ouviu a história de terem jogado uma bola de fogo na cara de alguém e da revolta silenciosa que isso gerava no reino. Será que os aldeões estavam tentando agir para proteger os Tieflings? Aquilo parecia mais uma desculpa para conseguirem seguidores e se livrarem da opressão do reino. Infelizmente eram poucos os que podiam fazer como Daxter e simplesmente pagar umas boas moedas para ir embora e pagar outras boas para voltar, muitas pessoas eram escravas e eram obrigadas a estar ali a trabalhar em troco de viver e de comida. Daxter fez um suspiro andando pela rua ele entrou em uma loja que ele não reconhecia, ou talvez reconhece-se de quando era garoto e o lugar ainda era gerenciado pelo dono antigo, mas não era como se ele se interessava pelas antiguidades antes de ser bardo. Daxter ouvia a dona da loja falando com os clientes e ele tinha que admitir, ela era boa convincente de seus negocios mas tinha que ser para conseguir sobreviver naquele lugar com uma loja como aquela. "If we burn, you burn with us". Daxter empurrou o brinquedo e o livro para o lado lá no balcão lendo o cartaz, Daxter fez um ar de "aaa agora eu entendi" quando repensou no facto deles estarem queimando alguns civis para testar se são capetas. -O que você acha que está a acontecer com os Tieflings que eles encontram? Dama executa eles? Fazer testes neles para extrair poderes e tornarem esses guardas em mutantes? Ou só por motivos religiosos mesmo? Bem que eles tinham cara de serem mutantes, todos os guardas dourados que Daxter encontrou eram gigantes e ainda assim falavam e agiam como humanos normais mas no mundo que eles viviam o bardo nem iria achar estranho se eles revelassem ser uma raça única. Mas, o sexto sentido de Bardo de Daxter indicava que algo ainda estava para acontecer em Althea se aquilo continua-se assim, e ele não queria perder isso.-E eu achando que o mundo lá fora está perigoso. Ele falou em meio que um riso apontando com a mão para o cartaz. Ou ele tinha que enfrentar os Aasimares malucos querendo matar pessoas ou ele tinha que lidar com um sistema de pura violência e paranoia, de qualquer dos jeitos era difícil dizer quem seria pior. Enfrentar Dama ou Tarik.


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#438 09-05-2022, às 17h41

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Local: Greenstone Iteração: NPC

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Já haviam passado muitos dias desque conversou e conviveu com Seraphine, no entando ela era campeã e Charles era... Bem, ele era ninguém que devessem dar atenção ou importância e ele preferia manter desse jeito. O ladino guardava e sempre usava o colar que a sua querida amiga lhe ofereceu no natal, tinha ganho certo apego pelo objecto por ter sido um presente da barda e por mais que já tenha passado um bom tempo ele guardava essa recordação de forma calorosa e com pensamentos positivos. Charles tentava se distrair mas ao mesmo tempo que ficava preocupado por sua melhor amiga ter ido para Azoth com aquele bando de desleixados. Ele gentilmente fazia o seu trabalhinho que consistia em mexer em uma moeda ou outra perdida e mudar de lugar algumas coisas que ele encontrava "por acaso" e que podiam gerar lucro para a Guilda dos bandidos... Que Charlie ainda considerava que a guilda precisava de um novo nome... Mas, por enquanto tinha que ser assim. Charles ouviu muito aleatoriamente do retorno dos campeões, não que ele anda-se tentando se infiltrar no castelo procurando tesouros do rei e calhou de ouvir uma conversa de guardas... Ele apenas guardava essa informação e desistia da sua tarefa para finalmente o retorno do grupo, era difícil fazer um esforço para não ser o centro das atenções por causa do seu "disfarce"... Claro que essa palavra era uma desculpa para ele se vestir da forma como gostava. Quando chegou na praça ele começou empurrando as pessoas na multidão, os olhos do ladino brilhavam ao ver Seraphine naquele pódio igual a rainha que era. Ele nem sequer ligava para os outros nomes ele só tinha olhos para a barda naquele momento. Charles dava alguns pequenos pulinhos rindo e batendo palmas igual uma criança, estava super feliz que tudo deu certo e que sua amiga estava viva. Então ele parou vendo a presença do rei e tinha que admitir... Não estava a contar com isso, o que impedia um ladino descuidado de acidentalmente tacar uma adaga e matar o velhinho e desaparecer na multidão? Nada né? Mas por outro lado também não ganharia nada com isso e ainda deixaria sua amiga desempregada. Mas a boa noticia da celebração dava alguma vida interior para ele, semi-cerrando os olhos com um olhar de quem ia aprontar... Ter a chance de entrar no castelo e ainda ter direito a comida e bebida gratis era uma oportunidade tentadora demais para ele recusar. Concerteza que ele iria nessa celebração inclusive estava ansioso por isso.


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#439 09-05-2022, às 22h57

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#440 10-05-2022, às 14h14

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com: Daxter e Clara | em: Althea


—— Oh! Que desatenção a minha, o último cliente deve ter esquecido isso aqui...—— anunciou olhando para o cartaz como se fosse a primeira vez que seus olhos estavam lendo aquela frase e vendo as tais gravuras reacionárias, exibindo uma curiosidade genuína ao suposto pertence que o suposto cliente havia largado sobre o balcão. E acrescentou —— Eu sou só uma simples vendedora de um antiquário, achismos estão bem longe da minha alçada, mas se me permite um conselho, eu tomaria mais cuidado com as palavras pois ultimamente as paredes dessa cidade ganharam ouvidos aguçadíssimos —— não podia se dar ao luxo de parecer suspeita ou de imaginarem que a loira fizesse parte de alguma conspiração. Alegar que o cartaz não era seu parecia a melhor saída no momento, principalmente pela vestimenta daquele homem, parecia muito bem vestido como os endinheirados da cidade e não podia negar a remota possibilidade dele estar junto da caótica guarda atrás de mais ”tieflings” ou suspeitos em potencial —— Bem, está procurando algo? Algum objeto, arma ou quem sabe um presente para alguém especial ahn? Temos uma variedade muito grande de produtos e serviços —— forçou um pequeno sorriso ajeitando novamente o livro sobre a bancada, agindo como se estivesse atendendo uma cliente qualquer da loja.

Antes de continuar, observou com um pouco mais de atenção o casal que escolhia os colares, entretidos demais entre gracejos e pérolas, mas nada que tivesse que se preocupar quanto a furtos
—— Perdoe-me a intromissão, mas você mencionou “o mundo lá fora”, chegou recentemente....—— começou a perguntar ao loiro antes de ser interrompida por Clara, sua irmã mais nova, que chegava animada fazendo poucas cerimônias ao anunciar a carta secreta endereçada a si; lançando um sorriso desconfortável ao homem. Era isso, estava tudo acabado. Se o homem estivesse realmente com a guarda, Dominique estaria sendo queimada dali alguns instantes, afinal um cartaz da revolução e agora uma carta secreta era quase como explicar que focinho de porco não era tomada para um cego. Respirou fundo observando o violino quebrado —— Clara...Clara, onde estava metida? Saiu mais cedo que a Cassandra hoje e me aparece neste estado —— comentou lambendo o polegar e limpando uma mancha mais escura do rosto da ruivinha, bem perto da raiz dos cabelos, provavelmente deveria ter escapado a limpeza da irmã depois de terminar sabe se lá o quê que estivesse fazendo. Logo sentou-se em uma banqueta para ler a tal carta secreta, ignorando brevemente tanto a irmã quanto o viajante.

O conteúdo naquela folha foi lido e relido três vezes, apenas para ter certeza do remetente e do que estava confesso ali. De todas as pessoas do mundo, nunca pensou que receberia uma carta, ou melhor, um pedido de ajuda de Azreal após tanto tempo; eles nem eram tão próximos assim como o começo da escrita indicava, a situação deveria ser realmente preocupante. Dobrando o papel novamente respirou fundo de forma a afastar um pouco o semblante de preocupação
—— Não sei se amigo é a palavra certa, mas sim, é de uma pessoa próxima e que achei que nunca mais veria. Aparentemente ele está com problemas e pediu ajuda  —— comentou largando o papel sobre a bancada antes de se virar para a irmã —— Mas não é como se a senhorita já não tivesse lido não é mesmo espertinha —— a ruivinha aparentava estar tensa e esperando avidamente por uma resposta, provavelmente já tinha violado a carta antes de chegar ali, não tinha muito o que esconder. Desceu da banqueta arrumando as roupas antes de passar por de trás da irmã —— Se me permitem, volto em um segundo e parem os dois de bisbilhotar nas minhas coisas —— alertou apoiando a mão sobre o ombro da irmã antes de lançar um olhar mais severo sobre o homem, que conhecia a pouco, mas que aparentemente era curioso assim como Clara. Iria rapidamente embalar a compra dos pombinhos e voltaria a sua conversa com os dois.

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#441 10-05-2022, às 17h30

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Local: Althea Iteração: Dominique & Clara

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Daxter ouviu ela a falar que algum cliente deveria ter esquecido do papel ali. Oh claro, era extremamente perigoso e suspeito só pelo facto dela ter isso ali. Então a dona falou sobre ter cuidado e era quase que como se ela tive-se lido o pensamento dele. Daxter fazia um gesto com as mãos e com os dedos quase que como um pequeno agradecimento dando a entender que compreendeu a situação. Ele ouvia o que ela dizia? Sim. Ele daria importância? Não, Daxter como bardo tinha um trabalho e uma função nessa sociedade. -Sim, claro. Esse lugar é cheio de relíquias afinal, é um lugar perfeito para comprar o presente perfeito. Você tem algum livro em branco? Ele falou de um modo até que falso, Daxter não tinha ninguém "especial", e nem era o seu objectivo comprar o tal livro para começar a escrever ele já já mas faria de conta que sim pois ele não ia entrar na loja e falar que estava ali só pelas fofocas. Daxter fez um pequeno sorriso ao ver ela citar que ele chegou recentemente, ai estava uma boa chance para ele falar. -De um lugar não tão distante. Aquele reino, é tão quente e tão caloroso que o sol queima os humanos comuns como nós até estalar a pele do nosso corpo. O sujo e assustadoramente silencioso lugar é composto por quase ruínas por onde os pobres aldeões passam fome se contentando com apenas algumas moedinhas de prata. Nos portões um crânio de um dragão de verdade estampado na estrutura dando as "boas-vindas" aos visitantes e um aviso nada amistoso. Por dentro das estruturas um solo de areia irritante e desnecessariamente desconfortável. Daxter continuava a falar sobre Azoth, o lugar onde ele estava, claro que ele exagerava um pouco na descrição mas então ele parava se virando para a pessoa que entrava falando com a dona. Daxter abria um largo sorriso quase que involuntário ao ver o violino, ele ainda tinha ali a sua Lira mágica, enfeitiçada por uma fação dos feiticeiros do culto em outro reino uns bons bons anos atrás. -Não propriamente novo, eu nasci aqui. Mas fugi de Althea desde cedo então eu vivi em um reino chamado de... Uhm, Viridi Terrae. Esse pequeno reino foi transportado para longe e está agora seguro dos perigos do exterior, seja de monstros quanto de outros reis mal intencionados. Foi lá onde Daxter se tornou campeão daquele reino, e ajudou uma mulher salvando o reino enquanto que ele escrevia e cantava com sua Lira. Mas o que era bom acabou, e com o reino perdido Daxter virou um Wildcard fazendo uso da liberdade que tinha e escolheu não lutar por mais nenhum reino e por mais nenhuma outra pessoa. Daxter ouvia a conversa entre elas e já conseguiu captar nomes delas e certa essência que aquela carta não era uma mera carta de cumprimentos ou saudações. Daxter movia os olhos vendo "Dom" indo tratar dos clientes e o olhar o bardo parou na segunda, ele era curioso sim mas ele repensava o quão irrelevante podia ser a carta. -Oh, não se preocupe com isso senhorita Clara. Se ela não sabe dizer se "amigo" é a palavra certa, e ainda assim ele pediu ajuda e confiou algo de tão importante nela, isso pode significar que é apenas algum tipo de namoradinho ou paquera, talvez nada que diga respeito a pessoas que não são da família dela não é mesmo? Daxter comentou com um pequeno sorriso, ninguém mencionou que elas eram irmãs, ainda que pelo jeito como a Dom limpou e tratou de Clara dava a demonstrar que eram parentes sim, por isso Daxter falou de uma forma se fazendo de tonto para ver se conseguia alguma informação do assunto.


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#442 10-05-2022, às 20h04

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#443 11-05-2022, às 12h05

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com: Clara e Daxter | em: Althea


O ela não em alto e bom tom dito pela ruivinha ecoou pela parte da frente da loja fazendo a mais velha se virar quase que instantaneamente para ver se estava tudo bem. Observou os dois por alguns instantes e confirmando que não tinha nada de anormal voltou-se ao casal pedindo desculpas pelo susto pois a loja estava um pouco mais animada que o normal. Felizmente o dono estava ausente, se não seria mais um com o vozeirão alto para acompanhá-los. Como de costume, terminou de embalar o que foi comprado, um colar com uma grande pedra azul pendendo, e agradecendo pela preferência os guiou até a porta da frente. Senhor Ferguson sempre ensinou que ser solícita e educada era a chave para as vendas, não tinha erro. Respirando fundo, principalmente para aguentar os dois falantes e bisbilhoteiros, se dirigiu de volta a bancada, reunindo alguns livrinhos no caminho. Não sabia se a procura do estranho era verdadeira ou não, foram tantas coisas ao mesmo tempo que resolveu levar aqueles três exemplares mesmo assim, no máximo eles enfeitariam a bancada por um tempo.

—— Aqui está... —— começou apoiando três cadernos sobre o tampo de madeira, limpando uma fina poeira que havia sobre eles; livros não eram a maior saída do comércio, muito menos por aquela área da cidade —— Aproveitei para trazer alguns cadernos na volta, escreve sobre suas histórias estranho viajante? Me parece bem entusiasmado em contar sobre suas aventuras, julgaria até ser um bardo pela lira que carrega consigo...ou será que é só um amante da música? —— como não sabia o nome do homem, estranho viajante seria seu apelido momentâneo, ainda mais por ele transmitir uma aura amigável, quase como se desse liberdade para tal apelido. Clara parecia ligeiramente incomodada, não sabia se pela carta ou por algo que conversavam em sua ausência. Seguindo seus afazeres, começou anotando o que havia vendido e para quem no grande livro caixa —— Muito bem, vão me falar o que estavam cochichando sobre mim ou é segredo ahn? Aposto uma moeda que leram o que estava escrito na carta —— perguntou um tanto curiosa ainda escrevendo. Poderiam estar conversando sobre várias coisas, realmente, mas o ela não poderia ter sido uma resposta desesperada de Clara ao tentar dizer que sua irmã não era uma Tiefling, afinal o homem lhe parecia muito curioso ainda.

Largou a pena sobre a mesa e se dirigiu a uma abertura na parede de trás, entrando rapidamente apara guardar as moedas recebidas. Voltou afastando a cortina de pedrinhas que tampava o vão antes de seguir e se sentar na banqueta novamente
—— Primeiro, não eu não sei se vou ajuda-lo ainda, estou pensando nas possibilidades e segundo...Daxter né? Me parece que não veio aqui para comprar nada, se me permite saber, o que deseja? —— a primeira parte da frase foi direcionada a irmã, de uma forma a despreocupá-la já que saiu sem responder sua pergunta. Já a segunda parte foi direcionada ao homem assim como o acréscimo sobre um conteúdo em específico —— E se não for amolar sua paciência, poderia nos dizer um pouco mais sobre o que é uma rosa negra? Já deve ter ouvido ou visto algo assim em suas aventuras, não tenho dúvidas —— certamente um bardo gosta de contar suas aventuras, instigando seu ego então não seria difícil ele falar sobre o que poderia ser a visão que estava descrita na carta.


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#444 12-05-2022, às 16h52

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Moisesbe
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Local: Althea Iteração: Dominique & Clara

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A curiosidade de Daxter era mais desperta perante aquele tópico com a consideração até de sair de Althea. O bardo podia lhes fazer companhia pois ele era um bom guerreiro, mas tinha que haver uma boa promessa no meio. E Daxter já tinha seus olhos nos aventureiros de Greenstone para investir agora nos de Althea. -Não, mas, ouvi falar sobre o ataque de um Undead Dragon em Greenstone, viajei para esse reino para conversar com alguns guardas mas eu nunca vi um em pessoa que eu me lembre. Daxter tentava puxar da memória e ele já tinha visto um Draconiano mas dragão em si não. Daxter olhou para a sua própria roupa com a questão da Clara. Ele não parecia um douradinho bonito? Mas era o melhor que ele conseguia fazer, ele tirou suas trancinhas e vestiu a roupa mais decente que tinha, não era como se ele quisesse ficar disfarçado mas estava assim tão na cara? Daxter moveu a mão com um sinal de "sem problema". Como se o Bardo fosse se ofender com pouca coisa né? -Algo parecido. Eu escolhi não viajar com o reino. Ele falou com um pequeno sorriso embora ele desse a entender que aquele tópico não o perturbava ele não se prolongava muito na conversa. Mas, porque iria o Bardo viajar para um lugar seguro? Ele vivia das tretas e das confusões. Dax semi-cerrou os olhos com o "ela disse isso para ti", ele tinha de admitir que conversar com a garota era deveras, engraçado. -Só descobri sobre um, alguns campeões o derrotaram em combate. Forte e resistente, o suficiente para aguentar qualquer flecha e qualquer ferimento que mataria algum outro humano. Seu corpo coberto de ligaduras igual uma múmia. Um capus obscuro mas que dava um destaque enorme aos olhos completamente brancos. "Rei Lunático", é o modo como ele foi apelidado, possivelmente por ser maluco e obcecado em morte e por suas armas remeterem a de facto, uma Lua crescente. Daxter falava sobre o único rei que eles encontraram até agora. Não sabia o que aconteceu com ele pois o corpo não foi encontrado, mas sabia que os heróis o haviam derrotado pois Daxter estava lá. Daxter ria e levantava as mãos sinalizando que "se rendia" com a reação da moça. -Daxter, o bardo. Ele falava de uma forma simples e curta, Dax não era fã de se apresentar a si mesmo, suas histórias não giravam em torno de si e sim de campeões e de heróis. Então ouvia ela a falar e repensou imaginando a comida que ele estaria perdendo por não ter ido a celebração de Greenstone. Daxter então observava os cadernos, ele riu com o comentário de Dom sobre ele não querer comprar nada. -Não é de facto objectos físicos que eu procuro. Mas já que estou aqui, posso comprar um livro. Apenas que, estes cadernos são pequenos. Eu sou um escritor também, contador de histórias. Ele falou apontando para os cadernos que ela trouxe, Daxter não escrevia contos de crianças claro que não, ele podia comprar um grande e volumoso livro para que ele pudesse escrever crónicas e sagas inteiras! -Não é "UMA" rosa negra não! É "A" Rosa Negra. A ordem da Rosa Negra. Ele imaginava que a pergunta era referente a facção e não a de facto nenhum artifacto que fosse uma rosa porem preta. -Uma facção, cujo o líder é um celebre revolucionário. Um cavaleiro negro que tem pose do artefato mais poderoso do continente. Tarik Talmay, rei de Puritales procura restaurar ordem ao mundo impondo sua visão e suas regras influenciando mentes fracas e submissas. Dono de um senso de justiça distorcido e imperial, ele irá destruir todos os artefatos de maior poder do continente para que seus humanos fiquem em pé de igualdade. Bravos heróis renascem das cinzas para parar a "inquisição" do cavaleiro, começando pelos reis do apokalipse provenientes de Azoth, e enquanto conversamos... Eles já celebram sua primeira vitória. Daxter continuava a falar gesticulando com a mão e mexendo os livros com a outra. Até que ele viu o cubo mágico da dona e começou a mexer curioso.


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#445 18-05-2022, às 19h07

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Local: Vários lugares >> Boticário     Interação: Dominique e colega de trabalho >> Dominique, Clara e Daxter

Após ter percorrido todo o terreno e, por fim, a casa da sua família, Cassandra observou que ela estava sozinha. Mas, a mulher sabia que a solidão não a acompanharia por muito tempo, pois a notícia de sua chegada chegaria aos seus familiares muito antes de qualquer movimentaçã sua ao encontro deles e por isso ela resolveu aguardar. Mesmo que não gostasse das fofocas referentes a si, principalmente quando voltava de suas caçadas, pois, assim como a sua família poderia receber essas informações, os guardas também poderiam e isso poderia servir de alerta a família. Seja para eles fazerem uma visita inesperada a própriedade nos próximos dias exigindo o pagamento do imposto ou até por conta da ameçava velada que rondava Althea. Mesmo que ela ainda não conseguisse entender com clareza o que estava ocorrendo, Cassandra sabia que quanto menos atenção eles chamassem seria melhor para todos.

Tal como imaginado, não demorou muito para perceber que uma de suas irmãs havia chegado em casa. Pois, antes mesmo de ouvir a voz de Domique, ela pode observar que os gatos da Clara despertaram de forma repentina de seu cochilo para descerem a todo o vapor para o andar inferior da casa. Vendo tal cena curiosa, Cassandra não pode evitar de rir enquanto se levantava de maneira sutil, ela que já limpa e descansada da viagem, desceu as escadas para poder reencontrar a sua irmã mais velha.  Assim que ela finalmente a viu abrindo a porta, e tão logo a sua figurava sendo revelada perto do batente da porta, a negra imediatamente a abraçou antes de contar as boas novas e de perguntar como estava a família durante a sua ausência.

[...]

Althea está caótica e isto começava a irritar Cassandra. Não havia pessoas o suficiente para cuidador de todos os feridos aos quais os guardas incendiavam, e por conta de tal comportamento irresponsável, toda a pressão recaia nos voluntários e nos sacerdotes que deveriam fazer o seu melhor para cuidar das queimaduras. O seu dia estava longe de ser um dos mais fáceis, ela havia perdido a conta de quantas ataduras, pomadas e soluções teve que dar e preparar para que pudesse ajudar aos feridos. Mas, felizmente, o seu turno finalmente chegava ao fim e junto a ele ia embora a onda de estressante que tanto a acompanhou desde a manhã. Agora restava apenas um paciente para ser tratado, mas diferente dos anteriores o seu tratamento era mais rápido, o que a tranquilizava pois só precisaria dar alguns pontos no ferimento do menino. Assim que ela deu o último ponto no corte da criança, a Tiefling retirava as suas luvas com um breve sorriso no rosto enquanto a liberava para ir de encontro a sua mãe para que assim pudesse falar de uma maneira calma com os dois para indicar os cuidados que deveriam ter com o ferimento. Então, somente após sanar as dúvidas dos dois, a tiefling soltava um longo suspiro para poder se preparar para sair da sala de enfermaria, mas antes mesmo que pudesse completar a sua ação ela foi parada por um colega de trabalho. Ele entregou uma pequena carta para ela, após dizer que a sua irmã Clara a havia entregue mais cedo daquele dia, muito provavelmente por não ter tido tempo para parar para conversar pois aos seus olhos parecia que ela iria fazer algo importante ainda naquele período do dia. Após agradecer ao seu colega por ter guardado a sua carta e aparentemente não ter lido ela, a mulher se dirigiu para a sua casa para poder o conteúdo da mesma já que julgava que era importante, devido aquela situação de urgência.

Após ter lido a carta que a sua irmã a enviou, Cassandra imediatamente seguiu as instruções ao qual a sua irmã havia dito para poder ir de encontro as duas para saber o que estava acontecendo. Estava muito curiosa para saber o que as duas estavam tramando, pois precisava urgentemente de um momento de leveza após um dia deveras estressante. ― Oh... Olá ?- Cassandra falava em um tom de voz baixo, mas ainda assim audível assim que viu as irmãs conversando com um homem desconhecido dentro da loja.


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#446 18-05-2022, às 22h35

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Local: Pântanos >>  Praça     Interação: Finn >> Sozinha

A missão da coleta das amostras estava longe de ser como Ea’tha imaginava. Ela que antes estava confiante de que nada poderia dar errado, justamente por considerar que tal tarefa era banal, ela foi surpreendida por alguns problemas ao qual não esperava que seriam possíveis de acontecer. Dentre elas ocorreu a aparição inesperada de um ogro que não estava nada satisfeito de ver forasteiros invadindo as suas terras que portava consigo um crocodilo como animal de estimação. O réptil tal como seu dono não estava feliz com a presença da drow e do elfo, e isso se confirmou assim que eles virão o ataque de fura de ambas as criaturas. Diante de tal cenário inesperado, a dupla que havia sido colocada naquela curiosa tiveram que se desdobrar ao máximo que podiam para poder apenas afasta-los sem a intenção de matar aquelas criaturas. Tal situação não passava de um mal entendido e por conta disso, não valeria a pena derramar sangue apenas por esse motivo e para a felicidade para todos isso não foi preciso. A guarda havia recebido apenas alguns ferimentos enquanto tentava lidar com a situação junto a sua dupla, mas felizmente eles não eram nada gravéis e não impossibilitaram que ela coletasse a amostras do pântano; assim como ela havia planejado desde o início daquele dia.

A drow tinha que admitir, ela nunca havia sido tão imprudente quanto o dia de hoje e isso se refletia no fato dela ter que ir ao sacerdote para que ele tratasse dos seus ferimentos. Mesmo que ela não quisesse fazer isso, pois confiava nas suas habilidades de cura seriam o suficiente para garantir o seu bem-estar, ela sabia que aquilo era o certo a se fazer. Toda aquela situação que ela me meteu tem demonstrado que é um caso muito diferente do habitual, a ponto de que a sua tentativa de coletar amostras do pântano quase ter falhado justamente por conta de um comportamento impulsivo. Mas, felizmente ela estava acompanhada naquele dia, mesmo que ela confiasse muito em suas capacidades, duvidava que seria capaz de lidar com tal problema sozinha e ainda ter forças para sair do pantâno para poder retornar a Greenstone. Para ela seria muito mais fácil acreditar que era apenas coincidência, pois muitos ogros vivem nos pântanos então naturalmente ela poderia encontrar um por lá. Mas, algo dentro de si dizia para ela desconfiar pois ela não havia ido ali de maneira aleatória, tal como Finn havia mencionada mais cedo ela estava sendo levada para lá, e isso a fazia se questionarmais uma a vez se estava entrando em uma área perigosa. Aquele não havia sido o primeiro aviso, mas mesmo assim a thonanorviana insistia em se iludir que saber o que estava acontecendo era melhor do que ficar na ignorância.

[...]

Acompanhando o rei Kall e aos outros guardas naquela honraria aos heróis de Greenstone, Ea’tha tentava se esforçar ao máximo para manter um comportamento impassível tal como o seu cargo lhe requeria. Mesmo que os ferimentos ao longo de sua costela e de seus braços ainda lhe provocassem desconforto, nada se comparava a tormenta que começava a surgir no núcleo dos guardas. A guarda Kenari, ao qual ainda não teve a oportunidade de conhecer, foi classificada como uma traidora de Greenstone aparentemente por se juntar ao rei Tarik de Puritales. E, se isso não bastasse, até aquele momento eles não haviam recebiam informação em relação a Shagrath e como ainda não tinha visto ele na reunião, a drow começava a desconfiar que o estado dele era pior do que imaginava. Então, numa tentativa de saber se apenas aquelas ideias estavam tumultuando a sua cabeça, Ea’tha percorreu os seus olhos pela a multidão em busca da única figura conhecida que restava de seu trabalho. Ela olhava de uma maneira discreta para Gael tentando fazer uma breve troca de olhares com o mesmo para que pudesse sanar a sua dúvida se ele estava sabendo dos últimos acontecimentos ou até se sabia de alguma coisa por cont de alguma outra conversa com os guardas.


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Última modificação feita por LizGiulles (19-05-2022, às 00h00)


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#447 19-05-2022, às 00h09

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Local: Castelo do Morte Interação: Wesley, Krog, Azuriel e Haleth.

Fridgar não esperava que passaria por isso novamente. Tantos anos haviam se passado, mas mesmo assim ele começava a perceber que ainda não conseguia lidar com o sentimento da perda, seja ela concreta ou não. Sem se dar conta, o homem começava a emergir cada vez mais em seus questionamentos, e, consequentemente, ele começava a se martirizar pelo o seu comportamento descuidado com os seus parceiros. Ele só conseguia pensar que deveria ter sido mais cuidadoso, pois analisando a situação após ela ter ocorrido, lhe parecia completamente óbvio que o rei seria um movimento atroz para que ganhasse vantagem no campo de batalha. Agora, eles teriam que lidar com as consequências de seus atos, ou a falta deles, e isso o fazia perder ainda mais a cabeça do que os seus outros companheiros. Olhando eles a distância, Fridgar os invejava que utilizavam de sua raiva para se energizar, mas ele estava ali agonizando por sua atitude a ponto de não conseguir ver e nem respirar como antes. Ninguém havia percebido, mas as runas nas quais estampavam as laterais da cabeça do bárbaro começavam a cintilar assumindo um tom vermelho rubro.

Havia passado tanto tempo desde a sua transformação que ele havia esquecido o quão dolorosa ela era. Pois, antes mesmo que tivesse chance de fazer uma última oração aos seus deuses, ele sentiu as suas pernas fraquejarem e tão logo atingirem o chão com violência. O seu cérebro, músculos e ossos começavam a latejar de uma forma tão avassaladora que a sua respiração que já estava entrecortada, começava a falhar em um espaço de tempo ainda mais duradouros. Mas, essa etapa nada se comparava ao que vinha a seguir, quando Fridgar sentia os seus ossos começarem a estalar sucessivamente, provocando que ele retorce-se até que parasse de forma subida. Então, estendido ao longo da sala, levantava a cabeça pela a primeira vez desde que a sua transformação havia começado, só que desta vez assumindo a forma de um imponente urso.

Andando de forma tênue entre o julgamento de um humano transformado em um urso. Fridgar abandonava de vez a sua arma para iniciar uma corrida em direção ao adversário. Focalizando no homem como o seu alvo prioritário, o feral assim que chegava em seu encontro balançava a sua cabeça com toda a sua força contra as costas do homem o obrigando a ir de encontro ao solo de costas para si. Aproveitando-se de tal fragilidade, o urso erguia-se sobre as suas patas traseiras para acertar com brutalidade em suas costas, para logo em seguida começar a arranhá-lo de forma incessável. Ele parava somente quando via o homem numa tola tentativa de fugir de si, quando com os seus dentes puxava por sua perna o obrigando a retornar ao mesmo ponto que havia caído. O campeão sentia que poderia ficar ali por horas, mas somente parou quando sentiu algo ao atingi-lo em suas costas e tão logo em sua cabeça.

Urrando de dor o urso cambaleava para o lado enquanto arranhava a lateral de sua cabeça numa tola tentativa de retirar aquele objeto que tanto lhe incomodava. Uma das adagas ao qual o rei havia atirado contra ele havia acertado em uma das runas de sua cabeça, fazendo com que aquele símbolo que anteriormente brilhava em um singelo tom rubro se apagasse. Tais símbolos serviam como uma forma de atenuar a maldição de Fridgar, permitindo que ele mantivesse o controle de suas ações porque a sua parte humana está dominando a sua parte animal. Mas, para a infelicidade daquela equipe, a adaga que estava presa em sua cabeça, bloqueia a ação das runas, o que possibilitou que a parte animal se sobrepôs-se a sua parte humana, assim como a sua maldição original determinava. Desse modo, o primeiro sinal desse processo foi a mudança repentina das órbitas do feral que passaram a apresentar um tom nebuloso, apático e sem qualquer sinal de vida. Enquanto que as suas expressões que anteriormente mostravam com exatidão a raiva a qual sentiam por aquele rei, se restringiam apenas a uma face que se retorcia devido a dor a qual sentia.

O animal se sentindo confuso e ferido começava uma corrida desenfreada pelo o salão em busca de uma saída. Mas, devido a sensação de desespero que escalonava cada vez mais em seu peito, ele sentia a sua visão ficar cada vez mais nebulosa, a ponto de impossibilitá-lo de ver com clareza as coisas em sua frente por estar completamente borradas em sua visão. Desse modo, influenciado pela cegueira e a frenesi, o bárbaro sem encontrar uma saída, começava a se jogar contra as paredes numa tentativa simplória de criar um caminho alternativo. Porém, apesar do tamanho empenho do animal, ele parou subitamente assim que ouvia uma interjeição contra si e figuras humanas se aproximarem dele portando armas em suas mãos.

Sem entender que eles não queriam fazer nenhum mal a ele, o urso soltou um urro avassalador e com todas as forças que ainda lhe restavam, ele se projetava para frente para acertar a figura humanoide que estava mais próxima de si.  Mesmo que o seu cheiro lhe parecesse familiar, isso não impossibilitou que ele projetasse todo o seu corpo contra o dele, o forçando ir de encontro ao solo e tão logo utilizar de toda a sua força para ferir o homem. Qualquer senso crítico havia sido abandonado a muito tempo, e se não fosse o antebraço do bárbaro os separarem que continha a sua boca e seus braços, ele já teria arranhado toda a parte superior do homem. Porém, antes mesmo que qualquer atitude drástica pudesse ser tomada Fridgar se sentia fraquejar assim que escutou vozes e sentiu cheiros que por algum motivo julgavam ser conhecidos, o que fez com que o homem-urso por alguns segundos ficasse parado em sua posição confuso sem entender o que acontecia; mas tal momento de incerteza, rapidamente havia passado e logo o urso mais uma vez sinalizava a sua raiva enquanto voltava a sua atenção para o anão, tentando forçar ainda mais o seu corpo contra o dele para que pudesse ferir a sua jugular. Sendo puxado pelo o seu pelo para que não fizesse qualquer besteira, o urso estava prestes a direcionar a sua atenção ao outro humanóide quando sentiu a dor latejante que sentia se esvair e tão logo escutava um som metálico indo de encontro ao solo.

[...]

Mesmo que tivessem saído da batalha vitoriosos, aquilo tão pouco o alegrava. O homem desde que havia retornado a sua forma humana havia se afastado do grupo, sentindo uma mistura de tristeza, raiva e decepção por tudo o que aconteceu naquela batalha e principalmente por seu desempenho. Mesmo que a sua transformação não fosse a ideal, nada se comparava aos acontecimentos das últimas horas, cujo rei fez com que a sua runa fosse inativada e tão logo fizesse com que ele perdesse o seu senso crítico. Desse modo, o bárbaro sem controle de suas ações começou a atacar os seus amigos, quando deveria protegê-los e isso era o seu maior arrependimento. Então, após o tratamento demorado da sacerdotisa e a sua recomendação de descanso – a qual ele desconsiderou de maneira cordial – ele se retirava do acampamento para caminhar um pouco, pois sentia que necessitava com urgência espairecer um pouco de suas ideias.


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#448 20-05-2022, às 12h56

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FOR:10 CON:10 DEX:06 INT: 08 SAB: 09 CAR:08 - Local: Greenstone Iteração: Ninguém

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Mas é claro. Jacarés. Finn sabia! Único jacaré que ele respeitava era o Drakath e ainda assim ele revirava os olhos quando ele fazia aquela coisa com a língua. O elfo detestava o pântano, para ser honesto foi poucas as vezes que passou perto mas não significava que ele não podia odiar aquele lugar viscoso e nojentinho com aqueles ogres e aqueles bichos todos... Felizmente nenhuma aranha pulou no cabelo dele então podia ser pior mas pelo menos deu para a Drow fazer progressos na sua pesquisa o que já era bom. Finn até que gostava de Drows? Ele se deu até que bem com o Keegan, inclusive foi ele e Keegan que marcaram Azoth no mapa em uma exploração antes da missão dada ao esquadrão... Mas desque Black Rose "chegou" Keegan também já foi embora certamente para perto de Tarik o que dava a entender que Finn só estava a ser usado. Claro que ele também só queria a ajuda de Keegan para ter descoberto a Black Stone mas ainda assim, era um ponto para ele não confiar mais em Drows... Mas Finn é Finn, claro que ele confiaria em outro Drow se ele merece-se ou fosse feito outro acordo, afinal um não tem a culpa pelas asneiras de outro. Finn neste dia havia parado de novo na confeitaria tinha novas receitas de bolachas que ele queria testar mas então ele ouviu as novidades do retorno dos campeões. Bem, daqueles ele conhecia todos mesmo só tendo conversado com Krog, que felizmente o anão já deveria ter esquecido da "gracinha" que Finn lhe fez... Haleth que passou o natal com ele cozinhando. Oh, e Birdy! Finn também colocou ele para voar mas no caso dele foi ele quem pediu. Finn estava orgulhoso por ver seus colegas sendo recompensados com a medalhinha o que não era muito, mas o facto do rei presencialmente fazer isso e ainda atribuir um nome ao "Squad" já era valioso. O elfo não teve a chance de conversar com rei, ou melhor, não quis ir lá e perturbar ele... No entando ele recebeu uma carta de Cruiser. Ao que parece eles ficaram sem alguns guardas e o próprio Finn estava sendo convocado para fazer parte da guarda. Finn ficava nervoso relembrando do que aconteceu ao guarda do cabelo branco quando Tarik apareceu, Finn se considerava melhor que humanos em quase maioria das coisas... Não é como se ele fosse convencido mas o elfo sabia de suas qualidades no entando, ele não considerava que consegui-se se tornar em um guarda tão bom quanto Shagrath, pelo que ele viu do guarda ele simplesmente agia, quer fosse contra um dragão ou contra um cavaleiro das trevas. Já Finn era mais cuidadoso e estratégico. Ao menos já conhecia dois dos seus futuros colegas! Gael que lutou junto dele no dia do ataque e Ea'tha que ele ajudou na sua pesquisa então ele já não seria um total estranho mas ainda assim Finn tinha suas dúvidas e incertezas. Ele ficaria na confeitaria no seu cantinho por enquanto fazendo seus doces por enquanto e iria repensar sobre isso.


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#449 20-05-2022, às 14h23

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Humano - NotGuard - Paladin - ×Acessório - ×Colar - ×Ficha - https://cdn.discordapp.com/attachments/620418841926959114/951138921734094878/The_Templar_Order.jpg The Templar Order
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Shagrath realmente não esperava ele receber uma visita do rei para lhe confirmar que ele não estava ali para o curar com a Greenstone, pois ele também não queria isso. Shagrath era orgulhoso demais e já era a segunda vez que ele era ferido por algum vilão por causa de uma dessas pedras estúpidas então ele não queria ser associado a elas. O que o homem falou sobre Kenari não deixou Gath espantado pois ele conhecia a elfa e sabia que aquilo ou era mentira do rei ou mentiram para ele, no entando o que ele disse a seguir deixou sim o paladino perplexo. Ele estava sendo tirado da guarda porque? Porque algum idiota falou que Kenari traíu o povo e ele decidiu acreditar ou porque Gath estava fazendo o trabalho de Cruiser e por causa disso o outro líder havia ficado mal-visto? O prateado tentava o seu melhor para ser imparcial e para tentar ver onde ele não tinha razão mas isso já estava sendo demais. -Isso é alguma piada? Ele falou referente ao "tire umas férias", como se ele sendo um paladino divino fosse sentar em um sofá de braços cruzados enquanto que o mundo entrava em conflito. Gath não estava mais furioso pois naquela situação a falha ali claramente não havia sido dele então ele estava só desapontado por proibirem ele de fazer o que fazia de melhor: Proteger pessoas e animas. Não tinha como não seguir o seu "sindrome de paladino" naquela ocasião pois a ultima memória que ele teve foi de ser atingido com o poder da Blackstone enquanto que o rei nem se deu a trabalho de sair do seu castelo e atender ao guarda que estava dando a sua vida para proteger aquele lugar. O prateado ia embora daquele sala e a aquele ponto já não tinha nada que pudessem fazer para o impedirem de sair da enfermaria. O paladino vestiu suas roupas vulgares ainda equipado com a ortese em seu braço e ombro. Até o colar que a guarda lhe ofereceu eles confiscaram, pela janela ele viu a reunião de campeões chamando eles como heróis. -"Heróis?"... Shagrath sabia reconhecer um herói quando via eles, e "aquilo" não eram heróis. Campeões ganhavam moedas e um lugar para ficar em troco de trabalhos nos quais os guardas não podiam fazer. Isso não fazia deles heróis e sim mercenários com seus interesses próprios. Gath ainda tinha certo ranço dos campeões, isso vinha do seu passado e constantemente o lembravam do que ele perdeu. Ao arrumar as coisas do seu quarto para ir embora, Gath encontrou um antigo livro da ordem de templários. Ele não sabia que raios é que os seus antigos colegas templários andavam fazendo. Ele procurou informações sobre Thornanorva e era verdade, o reino havia sido literalmente conquistado por criaturas das trevas, onde estavam esses templários cujo a única função era livrar o mundo dessas criaturas? Longos e longos anos atrás Shagrath fui rejeitado como líder dessa ordem para o substituírem por "Sir Max". Gath queria encontrar ele e perguntar na cara dele o que raios que eles andavam a fazer enquanto que meio mundo era esmurrado por um cavaleiro das trevas e outro meio mundo conquistado por criaturas das trevas. O prateado pegava o livro e guardava isso em suas vestes e encontrava outro colar élfico antigo, se ele não era um bom guarda então ele teria que arrumar algo que era bom a fazer. E não era ir de férias enquanto pessoas morriam. Ele sabia o que fazer, Shagrath teria que encontrar a ordem, e encontrar Viridi Terrae antes de Tarik. Assim que ele arrumou suas coisas ele ia reunindo seu dinheiro. Ele pararia para se despedir de seus amigos mais tarde na festa e depois arrumaria um cavalo para começar a sua viagem conta própria.


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#450 20-05-2022, às 17h17

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Quando Birdy se despediu dela ela fazia um aberto sorriso com os olhos fechados ao sentir o beijinho na testa, mas a medida que ele ia dando seus passinhos para ir embora esse sorriso ia se transformando numa expressão de medo e insegurança, Ammy não queria deixar ele lutar contra o Rei, claro que não! Mas, a escolha não pertencia a ela e Ammy só podia esperar que o Rei bruto não mata-se ele... Afinal ele não cometeu nenhum crime não é? De qualquer das formas o cenário era descaroável para a mocinha pois ainda que eles juntos conseguissem derrotar o Morte, ai o negocio de Ammy ia falir pois a melhor fonte de dinheiro era comprarem flores para funerais e enterros causados por aquele mesmo rei. Ela preferia que Birdy ganha-se sim! Ela não se importava mais de perder dinheiro ou suas flores ela queria a companhia do único amigo que fez nos últimos tempos. Ammy espreitava pela janela vendo eles, ela então se mexia andando as voltinhas inquieta naquele ponto ela já não tinha como ajudar mais ela já deu as informações que sabia quanto a ele inclusive sobre o tipo de arma e de como ele lutava. Então cansada de andar as voltinhas Ammy se sentava na cadeirinha que era da sua avó, uma de madeira que balançava para frente e para trás e então ela de uma forma impaciente ficava se balançando para se distrair. Quando finalmente ouviu a movimentação ela sacudia as perninhas e se levantava e assim que viu Birdy entrando na loja Ammy deu alguns pulinhos abraçando ele. Então ela o acompanhou de novo para a praça vendo o estado dos campeões, parecia que eles haviam vencido sim! Embora estivessem todos tristes sabe-se lá porque. Ammy então considerou fechar a loja por agora e viajar com eles, mas Cruiser não pareceu muito deacordo em levar a garota com eles... Não que isso tive-se impedido ela. Ammy deu um chutinho na canela de Cruiser e pulou em uma das carroças para onde ia viajar com Birdy. Ela estava ansiosa por viajar e por encontrar o reino da pedra verde, ela queria ver as florestas e as plantas visto que em Azoth era tudo desértico demais. Então outro dia quando chegaram Ammy planejava se tentar familiarizar com o lugar, mas Birdy não teve muito tempo de lhe mostrar não e foi chamado para receber a tal medalhinha. Então a garota ganhou a liberdade de ir se perder no reino que era tão grande e tão cheio de vida e de pessoas. Inclusive havia crianças e pessoas com a sua idade, talvez Ammy arruma-se algumas amigas por ali afinal.


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