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#1 10-03-2022, às 21h43

Guarda Reluzente
Syonna
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Transsylvanien por Sorene

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Olá, Guardiões de Eldarya!

Por favor, esperem o autor postar. Mensagens parasitas serão excluídas e o usuário em questão poderá ser punido.
NOTA: Para mais informações, verifique as regras da seção.

Bom jogo e aproveitem o tópico!


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#2 11-03-2022, às 15h34

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Sorene
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LEMBRETE DE REGRAS IMPORTANTES:


→ Escolha o tópico correto e esteja ciente das regras antes de publicar.
→ Fique atento e respeite os avisos da moderação e do autor do tópico.
→ Assuntos sensíveis, imagens chocantes, de menores ou propagandas são proibidos.
→ Não PLAGIE! Plágio é crime por lei, respeite os direitos autorais.
→ Seja educado com os demais jogadores! Não crie conflitos em tópicos. Use a mensagem privada.
→ Leia atentamente as Regras Gerais do Jogo e do Fórum e as regras da seção para evitar punições.


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Explicação



CodeFicha





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Disponíveis&Ocupados




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Última modificação feita por Sorene (11-03-2022, às 19h12)


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#3 11-03-2022, às 15h36

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#4 11-03-2022, às 15h39

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>Início rp 21/03/2022 às 21h00 PM [√] LINK
>Att dos lugares [√] LINK
>Info dos Bots [√]
>Att das informações gerais [ ]
>Personagens aceitos [√]
>Vagas encerradas [√]
>Redirecionamento fichas [ ]
>Após início do RP, ñ aceitar ainda fichas novas [√]
>Tirar reservas antes feitas, prazos terminados [ ]
>Aguarda posicionamento das fichas em espera [ ]
>1 Página: Total 13 turnos contando abertura 23/03/2022 ♡♡

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#5 21-03-2022, às 21h05

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As noivas foram deixadas na entrada do cemitério. Ainda não se passou um mês e os eventos na história do RPG irão ainda acontecer. Seguindo este cursor escreveremos até saber o que aconteceu.

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NotasSorene


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#6 21-03-2022, às 22h57

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Interagindo com: Cocheiro, Governanta e Cálice (George) | Local: Acabaram de chegar a entrada do Reino, desceram da carruagem.


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#7 21-03-2022, às 23h55

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Moisesbe
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Conde Drácula
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Blood for blood  - Drak - Unknown - 1,83m - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngRoupahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngSoundtrackhttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngFichahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png
Local: Cemitério Iteração: NPC

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A medida que a pequena, fria porem imperceptível brisa empurrava um pouco da neblina que cobria o vampiro, ele dava alguns pequenos passos mais lentos dando para ouvir apenas o som de seus passos... Era a única coisa que interrompia esse meio termo do silêncio. Mais uma alma e mais uma cova. Drácula não tinha tendências a ser expressivo, mas um breve movimento dos músculos de sua boca e um mini tique nervoso que fazia seu olho esquerdo quase fechar e abrir de forma involuntária. O Conde sabia, apenas o Conde sabia o que era a verdadeira dor. A dor da perca. E ele faria aquele idiota sentir na pele, encontraria ele e mostraria a sangue frio quem era o predador e quem era o animal. Drácula tentava se manter firme com suas ideias no lugar e seguir em frente, ele já havia aceitado que elas morriam fácil e demais. Estava na natureza dos humanos. Por isso ele precisava de várias noivas, não era lógico e simples de entender? Drácula era o todo poderoso imortal, não havia outro ser bom o suficiente para ficar com ele. Ele não confiava nos vampiros pois não queria acordar com uma estaca nas suas costas e sem o seu título que era tão merecido, iam ser mortais e aquele povo ia aceitar quer queriam quer não. Pois este reino pertencia a Drácula, apenas a ele. Quem discorda-se podia ir embora, ou Drácula estaria escavando mais covas. A mão dele se apoiava no topo da pá, apoiando esta contra si. Após um suspiro ele apoiava seu queixo em cima do material, quando sentiu a presença de alguém. Justo agora que ele estava se acalmando já estavam vindo fritar o cérebro dele com alguma estupidez. -Você sabe porque eu estou aqui? A voz de Drácula saia rouca e desgastada, claramente fazendo um enorme esforço para aquelas palavras saírem de sua boca. Claro que aquela era apenas uma pergunta retórica então antes do seu súbito responder Drácula continuava com seu tom que cortava o ar a medida que começava um dialogo. -Eu não estou aqui por não ter coveiros. Eu estou aqui porque o trabalho que eu estou a fazer é complexo demais para ser confiado neles. Ainda que sua voz fosse baixa e um pouco irritante era bom que ele estive-se ouvindo e compreendendo muito bem o que ele queria dizer. -Eu não tenho meus súbitos por ser preguiçoso, igual Duques ou aqueles idiotas da ordem. Eu luto. Eu conquisto. Com sangue e suor. Essas terras me pertencem porque eu faço um trabalho bem feito. Assim que ele concluía a sua linha de pensamentos ia afastando seu rosto da pá, levantando ela e a prendendo no chão enquanto virava o seu olhar para o súbito. -Com isto dito, você deveria saber muito bem que eu não peço coisas complexas ou complicadas demais, pois se elas forem eu mesmo faço. Eu confio em você apenas o mais simples e básico dos trabalhos para que possa poupar meu tempo. Então ele terminou sua explicação, voltando de novo seu olhar para o lado olhando uma das lápides, ele semi-cerrava os olhos com certa irritação e então levantava a pá de novo e batia com ela no chão. -Onde estão minhas noivas? Se você está aqui para me dizer, que não consegue encontrar três mulheres exuberantes e possivelmente vestidas de branco... Então me poupe trabalho e paciência, e cave a sua própria cova. Então ele empurrava a pá que estava agora presa no chão, até ao ponto que batia com ela contra o peito de seu súbito. Se ele não conseguia fazer nada pelo Drácula, então porque ele ainda era seu súbito? Ele podia simplesmente sumir do reino ou se matar e poupar o Conde de uma dor de cabeça, ele precisava de escolher pois Drácula não tolerava súbitos inúteis.


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#8 22-03-2022, às 00h29

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#9 22-03-2022, às 14h01

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Moisesbe
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Johnny Waterfall
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The man and his Hat  - John - 34 Anos - 1,88m - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngRoupahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngArmahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngSoundtrackhttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngFichahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png
Local: The Groovy Iteração: NPC

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Perigoso, perigoso deveras. John detestava aquele tempo e aquela neblina. Porem ele estava ficando literalmente cansado de não fazer nada, enquanto que aquela cidade e aquele mundo iam caindo em miséria e em desgraça. O som das botas tocando no chão de madeira a medida que ia caminhando era algo que chamava a atenção, mas a verdade é que Johnny não era tão pesado quanto parecia ser. Apenas certo armamento que ele escondia em cada compartimento de sua gabardine e de suas roupas. Johnny olhava em volta reconhecendo uma pessoa ou outra que ele cumprimentava apenas com um gesto abaixando o chapéu. Ouviu dizer que seus colegas podiam ter informações uteis sobre a sua "caçada" então esperava encontrar algum por ali. A medida que John caminhava ele parava no balcão se sentando e pedindo algo para beber. Assim que ele se sentava apenas apreciava o ambiente do lugar se virando para alguns homens que o cumprimentavam pedindo por alguma das famosas histórias de Waterfall e de suas aventuras nos mares. -Concerteza! Já contei para você a história de como eu e minha tripulação confrontamos o Kraken na maré alta atrás das montanhas? Ele falava fazendo seus colegas rir, pois sempre que Johnny contava a história de como seu navio afundou ele todas as vezes contava uma história mais fantasiosa que outra, toda a vez ele falava uma mentira maior do que a anterior... Isso o ajudava a omitir a real verdade da sua perca. Se virando novamente para a frente focando esperando a sua bebida ele segurava seu chapéu o tirando um pouco da cabeça para refletir. Muitos perguntavam o motivo de ele ainda usar ele, se este item o fazia lembrar o passado porque o manter? Por esse exato mesmo motivo. O homem que John foi um dia ainda estava ali, se escondendo atrás daquele chapéu... Daquilo que representava tudo pelo qual John lutava, não era vingança e sim justiça. De livrar o mundo de males como aqueles que viviam ali naquele reino, de livrar o mundo de dráculas e vampiros que infernizavam os bons e trabalhadores humanos que ele conhecia e se preocupava. Assim que sua bebida chegou John voltava a prender o chapéu na sua cabeça levantando a caneca e fazendo um brinde com os homens presentes. De uma maneira animada e com algumas gargalhadas e ele ficou um tempinho ali, quando terminou jogou uma moeda no balcão e procurou encontrar algum de seus colegas. -Alguém viu Madelaine ou Christopher por ai? Perguntou para alguém que apenas encolhia os ombros, e então John ia caminhando até mais para o cantinho do estabelecimento bem afastado da multidão, pois se eles fossem discutir sobre a sua caçada não seria lá em cima do povo e sim em um lugar mais reservado. Então ele ia se acomodando no sofá em forma de "L" no cantinho, abaixando um pouco o chapéu tapando o seu rosto. Felizmente seus colegas o reconheceriam só pelo icônico chapéu, pelas roupas e pelo jeitinho Waterfall de ser... Então ele seria paciência e iria aguardar.


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#10 22-03-2022, às 15h07

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Kytära
Mordida de unicórnio dói
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com: Cassandra e Clara | em: entrada do cemitério | roupacapa

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∙ D E L I L A H   A S H D O W N - T H E   B R I D E ∙



Os grandes e profundos olhos de Delilah estavam avermelhados de tanto chorar durante aquela longa e amargurada tarde de inverno, assim como no dia que nasceu. As incontáveis lágrimas e soluços haviam sido trocadas por um semblante fechado, quase revoltado com seu destino e a impossibilidade de fugir dele como gostaria. Em sua cabeça estava indefesa como as ovelhas que pastoreava, apenas sendo guiada por alguém maior e nada mais. O simples vestido amarelado de sua mãe lhe caía estranhamente bem, e mesmo assim havia começado a odiar cada botão e renda costurados ao notar que só teria a chance de usá-lo para sua perdição e não para a união de um amor puro e arrebatador. Enquanto se aproximava notou que pelo menos seu traje combinavam com o mistério que rondava o cemitério e o velho castelo assim como as trágicas histórias que lia, era algo poético para si.

As palavras da jovem ruiva lhe soaram estranhamente ofensivas. Não porque haviam sido realmente, mas o estavam atrasavas fez o seu estômago revirar por pensar que a outra se preocupava com formalidades quando estavam caminhando para o seu futuro dono e não marido, igual animais comprados. Quem não postergaria algo assim
——— Perdão por assustá-la e infelizmente não tenho, mas a minha lamparina permanece acessa por alguma graça divina. Posso guiar o caminho se me ajudarem a não deixar a chama apagar ——— Sua voz saiu um tanto vaga enquanto olhava para a jovem morena, ou melhor, para sua lamparina igualmente apagada, recolhendo sua fonte de luz para perto do corpo de forma que protegesse melhor a chama. Os vultos, imaginários ou não, começavam a dançar nas partes mais afastadas de onde elas estavam. Por entre as árvores e rente ao chão, haviam sido deixadas a própria sorte. Mas aquelas criaturas pertenciam a noite assim como o homem que conheceriam mais tarde, ele não deixaria tais coisas atacá-las certo? Pelo menos esperava que sim ——— Não temos tempo para ficar aqui paradas conversando, existem coisas que espreitam nas sombras e não quero conhece-las tão cedo. Devemos sair daqui nem se seja para nos escondermos até o amanhecer ——— em um mausoléu talvez? Não sabia ao certo. Seu instinto natural não era caminhar para o próprio destino cruel que aguardava no castelo e procurou deixar isso claro como um convite as duas caso quisessem pensar em algo, por mais que uma certa curiosidade crescesse reprimida em seu íntimo. No fundo também sabia que a criatura para quem foram entregues era muito mais inteligente do que três jovens mulheres, era provável que estivesse observando-as de algum lugar, ou seja, simplesmente correr dali parecia uma besteira. Por hora restava seguir para o castelo.

——— Levem as velas apagadas como reservas e não devemos nos separar de jeito algum, somos mais fortes juntas....Vamos ——— alertou por fim esperando as duas se aproximarem mais para começar a caminhar. Enquanto jovem morena auxiliava na proteção da chama, restou a mais jovem tentar desvendar o mapa que havia sido entregue, mostrando da melhor maneira por onde deveriam seguir. Ou se é que aquele ridículo papel rabiscado servia para algo. Delilah seguiu entre as duas e apesar de estar portando a lamparina que guiava seus passos, sentia-se liderando as três para o abatedouro, assim como fez incontáveis vezes com as ovelhas de seu pai.

Última modificação feita por Kytära (22-03-2022, às 19h25)


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#11 22-03-2022, às 16h48

Guarda Obsidiana
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Fugiu de um orc
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Interagindo com: Caçadores || Local: The Groovy


Groovy um lugar repleto de calor e aconchego, comidas deliciosas e atrativas à qualquer paladar até mesmo o dele, cheiro de perfumes ricos e exagerados encobrindo o mal odor de banhos não tomados, podiam enganar Humanos normais, mas Dione torcia o nariz a cada respirada que dava no ar, afinal as janelas fechadas impediam de o ar arejar um pouco e ser trocado, então estava começando a ficar quente e cheio o lugar, pois as portas estavam trancadas então ninguém saía ou entrava até o Sol raiar.
Ele estava à algum tempo naquele lugar, naquele Reino, afinal era seu lar. Então seus olhos conheciam muito bem cada um daqueles moradores e ainda mais quem sumia sem pestanejar, algo errado e cruel rondava as redondezas do Castelo e desde que àquela névoa surgiu ninguém podia caminhar à noite o que era deveras incomum. Lá estava ele sentado numa cadeira próximo à uma das janelas que possuem uma espécie de madeira pegada com pregos a fim de impedir que o nevoeiro entrasse, com medo talvez de que o mal seja ele e penetre no recinto acabando com a alegria dos ricos. Ele apertou as sobrancelhas de um jeito incomodado com o barulho seus ouvidos sensíveis ouviam até demais da conta, felizmente nenhum dos Caçadores sabiam até então que ele era uma besta apesar que por ele não iri esconder mas a marca dos Caçadores de bestas era muito forte e conseguia facilmente esconder, se soubessem teriam colocado ele em uma estaca à tempos, afinal ele mesmo escolheu cada caçador a dedo sendo os melhores, antes eram muitos, mas qualquer coisa que seja na neblina levou-os e para o Líder é ninguém mais ou menos que o Conde se vingando por algo que ele sequer lembra o que fez.
Curvado sobre a mesa estendeu um mapa detalhado da região inteira que ele traçou ao longo dos anos marcando as regiões onde ataques aconteciam com frequência e os desaparecimentos eram maiores, estava aguardando seus companheiros chegarem e observava sem se importar muito já que ninguém dali entenderia a língua descrita nos papéis, um fonema conhecido apenas pelos caçadores. Tirou também da sua sacola um grimório uma espécie de bestiário pois precisavam entender o que quer que estava acontecendo naquele lugar, e principalmente a espécie Vampiresca do Drácula.
Ficou à um bom tempo lendo e observando o mapa, até que julgou que todos os caçadores estavam no mesmo recinto já que sentiu o cheiro característico da marca de cada um. Tirou então seu chapéu e colocou sobre a mesa, no seu pescoço puxou um apito feito de osso e o soprou, o som foi abafado pelo barulho da multidão, mas os caçadores bem treinados ouviria seu som onde estivessem, notando que todos estavam ali. Mas como o barulho estava a incomodar deveras, o Líder se levantou e deixou as coisas sobre a mesa, ninguém tocaria, diferente dos pobres coitados da Vila os homens ricos não tinham interesse em roubar itens alheios quando poderiam comprar de tudo. Ele começou a percorrer a multidão sendo empurrado por alguns e chegou até o maestro.
—Está faltando uma bela música, não acha? Que tal ser um pouquinho mais competente? —Piscou ligeiramente o olho para um integrante da Ordem e ele atendeu rapidamente, podiam ser um simples maestro, não sabia lutar, mas ainda sim era os olhos dos superiores colocado ali para vigiar os caçadores, mas ninguém sabia quem diria os poucos sobreviventes das longas caçadas que terminaram mal, Dione percebeu apenas porquê sentiu o cheiro da marca dele à algum tempo.
Assim que a bela melodia lenta e mais calma começou a soar a multidão dentro do recinto começou a diminuir, cada um se assentando em seu devido lugar ficando em silêncio para apreciar, poucas damas fogosas desejam dançar e os olhos de Dione brilharam em repúdio, como podem ficar felizes enquanto lá mundo afora pessoas morrem e desaparecem sem deixar rastros de sangue?. Voltou de maneira irritada até sua mesa e então pode chamar com menos barulho os caçadores assobiando desta vez, os ouvintes atenderam o som com palmas após o término da canção, mas então o Maestro caminhou até um piano e iníciou outra.  Pegou as coisas colocadas sobra a mesa redonda e pequena e tratou de seguir até o canto em formato de L que para si significava "Louvre" e apenas de pensar em tal seus olhos podiam ver as grelhas queimando e faíscas subindo ao céu, enquanto gritos de bestas ecoavam em lamento, a dor que afligiu jamais seria capaz de apagar.

Quando Dione se sentou no seu lugar nesta mesa um de seus três caçadores estava lá sentado a espera de algo.
—Alguma vez lavou seu chapéu? —Perguntou e ajeitou o próprio, não era tão valioso sentimentalmente quanto era para Johnny, aquele homem tinha um passado mais misterioso que o do próprio Dione, mas ele é um dos Caçadores competentes e isso já bastava. —Ou usou outra roupa? —As perguntas pareciam retóricas, mas era apenas um jeito camuflado dele perguntar se o moreno obteve alguma informação que iria mudar radicalmente o rumo da caçada deles. —Sentem... o assunto é bem menor dessa vez. —Falou e tirou do bolso um saquinho de couro com um conteúdo mal cheiroso para si, quem dirá para os outros? Possívelmente iriam logo descobrir, mas antes, ele cruzou os dedos frente aos outros dois que acabaram de chegar e olhou para cada um. —Como podem ver, restou apenas nós. E isso é deveras preocupante. —Gestículou com os dedos apontando para cada um dos quatro, incluindo ele próprio. Então abriu a sacola novamente e também retirou de dentro de seu compartimento aveludado outro livro desta vez contendo informações. Antes de abrir olhou para cada um demorando por alguns instantes. —Trouxeram alguma informação útil sobre aquele assunto? —Perguntou rapidamente pois um senhor pomposo passou devagar por eles então precisou mudar sua forma de falar muito rápido, apesar de seu olhar estar carregado e sua mandíbula tremular ora ou outra revelando seu estado de raiva contida, não era fácil para ele como líder ver seus caçadores morrerem por causa de uma criatura.


Notas


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#12 22-03-2022, às 17h38

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Interagindo com: Conde || Local: Cemitério



As mãos pálidas e úmidas se moviam freneticamente num tic infinito, ele estava deveras ansioso, muito empolgado e andava de um lado para o outro. —Não está certo.—Balançava a cabeça de forma negativa olhando os corpos desprovidos de vida largados num corredor extenso e mal usado, ele então parou de andar e pegou num facilmente tentando puxar consigo até um canto mais escuro, então repetiu o mesmo movimento até estar satisfeito dando um pulo de entusiasmo e correu de maneira diferente até onde estava seu Mestre. Quando saiu do Castelo suspirou e olhou para o vislumbre lugar, magnífico. —Grande, muito grande.—Concluiu balançando a cabeça pois estava um pouco fatigado pela corrida que demorou mais do que gostaria, então não achou o Conde e começou a procurar nas redondezas do lugar sabendo exatamente onde ele deveria estar, mas quem sabe não estivesse em algum cantinho na escuridão apenas se escondendo de suas mulheres? As mulheres do Conde mudavam muito o visual, ora loira, ora morena, o que acontecia com elas? Eram bruxas. Única informação que conseguiu obter após ficar segundos pensando, para si eram horas, melhor do que procurar algum livro poeirento lara ler e descobrir, preferia pensar por si só ou perguntar ao Conde.—Bruxas... sim... são bruxas.—Concluiu falando consigo próprio e tropeçando em algumas sepulturas, olhou ao redor surpreso, quando foi que chegou ali mesmo? Não estava na frente do Castelo? Parou de pensar quando viu o vislumbre senhor mais a frente fazendo algo que Knut deveria estar a fazer. —Mestre.—Chamou com extrema admiração parando ao lado dele de uma forma suspeita assim como chegou ali sem fazer muito barulho, lógico que o Conde percebeu ou não teria parado o que fazia. Balançou a cabeça positivamente várias vezes e sorriu um pouco contente por ter chamado sua atenção de forma positiva. —Para os corpos.—Disse de um jeito um pouco estranho, pois estava ainda a sorrir. —Mestre, posso cavar para o senhor. —Falou mexendo as mãos novamente neste mesmo tic nervoso e continuo, estava agitado. Tentou se aproximar para pegar a pá, mas a aura o impediu, parecia que não conseguia se mover. —O Mestre é incrível, não têm outro igual, não, não têm. —Não nega ser fiel ao Conde e também não se importa com o Duque que ele mencionou, o que era um mesmo? 
Seus olhos brilharam com o que ouviu e seu sorriso estranho aumentou tanto que abriu a boca em empolgação. —Não vou decepcionar o Mestre.—O chão começou a formar círculos de suas pisadas pois não mantinha nem as pernas paradas agora que estava mais do que empolgado, como serviçal receber elogios era muito bom. Mas então ele parou, seu olhar recaiu e seu sorriso morreu, ele começou a mexer as mãos de novo e dessa vez se machucando no processo. "Burro, burro, burro". Se xingava mentalmente. —Elas... não estão no Castelo...—Elas deveriam estar no Castelo, ele pediu para que elas ficassem lá quietinhas, mas elas riam dele, não obedeciam ele, Knut não gostava disso, o Mestre estava bravo com ele agora por causa daquelas encrenqueiras. —Me perdoe Mestre. —Se abaixou pronto para se jogar no chão e implorar perdão, ele era um inútil merecia ser punido por ser um bobão. Sentiu o baque com a pá e balançou um pouco para trás quase caindo, mas se manteve firme e segurou a mesma que começou a tremer devido suas mãos inquietas. —Sim Mestre.—Seu olhar dantes morto voltou a raiar quanto concluiu que ele estava se desculpando. —Vou cavar uma enorme cova. Vai se orgulhar Mestre.—Então tratou de começar a cavar. —Tem... uma Luz na floresta Mestre.—Conversava enquanto tentava cavar e ao mesmo tempo olhar seu senhor que agora estava um pouco mais afastado dele. —Vamos receber visitas?... o Castelo está arrumado.—O arrumado para Knut era simplesmente jogar num cantinho qualquer o que incomodava e cobrir com algum pano ou tapete, o que ninguém notasse estaria perfeito para si, então ele continuou a sua tarefa alternando seus olhares de admiração. —Mas... o Calabouço está fazendo barulho.


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#13 22-03-2022, às 18h28

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Interagindo com: Clara e Delilah    Local: Entrada do cemitério     Trajando: Isto aqui + Isto também


Assim como em toda alvorada, Cassandra despertava de forma repentina com uma forte ardência em seu peito. Ela ainda não tinha certeza se aquilo se tratava de uma enfermidade física ou emocional já que a sua saúde e seu psicológico estavam visivelmente debilitados a semanas. Mas, a irlandesa que não gostava de fazer suposições talvez tivesse uma ideia da origem de sua cólera, porém ela tão pouco tinha coragem de enfrenta-la pois era algo que causava lhe causava temor. Desse modo, assim como em todas as manhãs, a mulher não se dava espaço para que o turbilhão de emoções que sentia a dominasse, ela fazia o possível para retornar o seu auto-controle ao tentar respirar de forma mais compassada para que assim a sua respiração voltasse ao normal. A final, ela tinha algo muito importante para fazer naquela noite e para o seu bem, ela deveria estar mais sã o possível para poder prosseguir com aquilo.

[...]


A irlandesa olhava de forma melancólica a sua silhueta através do espelho. Mesmo que ela se sentisse estonteante com aquele vestido branco, os seus olhos evidenciavam a tristeza e o amargor que a acompanharam durante semanas. Ela queria se sentir feliz, tal como a costureira que tinha uma personalidade borbulhante a ponto de arrancar algumas poucas risadas da garota. A primeira em semanas, ela supôs. Mas, ela sabia que aquele momento não era feliz, estava longe de ser, ela ia para aquele lugar com apenas um objetivo em mente, a sua sobrevivência e ela tão pouco acreditava que seria bem-sucedida a isso já que tantas mulheres passaram pelo mesmo e nunca mais foram vistas.
Apesar de todas as suas inseguranças, Cassandra andava de forma firme em direção ao ponto de encontro, a final era tarde demais para desistir e duvidava que tal “acordo” seria desfeito com tamanha facilidade devido aos seus medos. Desse modo, a garota só precisou andar por alguns minutos até se juntar as outras duas mulheres que já começavam a falar algo que ela não conseguiu entender de imediato. Mesmo estando ainda algumas semanas naquele país, ela ainda sentia dificuldade de entender o que as pessoas diziam já que a entonação se diferia muito do seu país de origem.

— Também não tenho nada que possa ajudar a acender o seu lampião, se tivesse já teria feito isso com o meu.-Cassy falava brevemente enquanto deixava exposto o seu lampião que anteriormente estava escondido abaixo de sua longa capa branca. — Tens razão. Também percebi estranhas movimentações nas sombras enquanto me encaminhava para cá e tão pouco me agrada ficar aqui a espera de ser atacada. - Logo após dizer isso, Cassandra deu um jeito de prender o seu lampião a sua mala de roupas que ela carregava em seu ombro. Felizmente, a costureira havia amarrado em seu pulso uma pequena fitinha amarela, para que pudesse ilumina-la em sua jornada ou algo semelhante a isso, mas que naquele momento tão pouco importava pois ela não acreditava que tal objeto tivesse tanto poder assim. Era apenas mais um objeto comum e nada além disso. 

— Vamos.- Cassy falava enquanto colocava as suas mãos na frente do lampião da loira enquanto elas andavam.— Em relação a sua pergunta, sou Cassandra.- a irlandesa dizia enquanto ainda olhava para a frente em resposta a pergunta anterior da ruiva.

Última modificação feita por LizGiulles (23-03-2022, às 13h49)


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#14 22-03-2022, às 20h27

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Interagir: Delilah e Cassandra || Local: Caminho do Cemitério


A vida delas devia ser perfeita pelas lágrimas derramas, dias bonitos e família farta para sentirem falta, esse pensamento foi deveras egoísta e por isso ela nada falou, se sentiu mal por tal pensamento e se repreendeu por tal apertando sua bochecha interior com os dentes, não podia julgar mas para a ruiva a vida não foi justa para si e a ela ensinou que lágrimas não são a solução, chorar e gritar não traz ajuda quando deveria, não traz seus pais e irmãos de volta, não comove os corações dos aldeões, e apenas mostra que ela precisa ser forte o suficiente para enfrentar qualquer escuridão, pois quando elas talvez tinham velas e lareira para se esquentar, a ruiva tinha as sombras como companhia, então sabia que o destino estava a guiando para o perigo, mas de que adiantaria chorar e brigar contra quem quer que seja a viver naquele inóspito lugar? De fato a curiosidade e tremores a inundam com muitas emoções que tremiam desde seu ventre até seu coração. Não era justo com nenhuma delas, mas todas estavam ali afinal, tentar diminuir a tensão talvez as ajudasse a sobreviver durante a noite. Então olhou com os olhos um pouco despojados para a loira que assumiu a liderança, talvez por ter uma vela acessa? Olhou para a mulher que tinha cabelos cacheados foi a única coisa que conseguiu ver delas foi a coloração de seus cabelos apenas então por isso concluiu anteriormente que eram bonitas, a falta de claridade dificultava ainda mais sua visão então não passava de dedução. Entortou a boca ligeiramente para o lado direito numa espécie de resposta muda, até encontrar palavras para pronunciar algo. Olhou para o nevoeiro que estava entorno delas, como notaram algo ali? Ela não conseguia enxergar nem um palmo, apertou os olhos tentando ver o que elas viram, mas pensou melhor, é bom que não veja assim não terá pavor.
Então deu de ombros, pelo menos não estavam todas cegas na escuridão, apesar de não conseguir ver seu maior medo não vinha do Castelo distante e sim dos sons vindos do nevoeiro, elas não ouviram de fato e ter que esperar todo esse tempo com o nevoeiro entorno dela foi bastante amedrontador por mais que tentasse evitar pensar em coisas negativas estava já se entregando a tais pensamentos inoportunos.
—Concordo com o que disse. —Falou e se atentou em ficar atrás das duas, não muito distante mas não perto o suficiente para grudar nelas, afinal são estranhas e possivelmente da Aldeia e da Cidadela ou outro lugar distante, já que pelo linguajar não seriam da Vila, se não estivesse nessa situação difícil perguntaria espontânea de onde são, adoraria saber, mas no momento não seria o certo e daria a entender que está toda radiante por ir nessa missão suicida, então a ruiva suspirou e apertou sua bolsa firmemente, onde seus animais estavam, tratou de pegar seu passarinho e colocar no bolso frontal de sua capa para a proteção dele. Essa noite seria a mais longa de todas pelo visto. Clara não duvidava muito que uma delas ia desaparecer na escuridão e quando chegassem ao destino estaria apenas duas ou pior uma só, quem iria enxergar um palmo à frente com aquela luz pequena? Nem para darem uma luz melhor para se guiar e quem sabe escapar para algum outro lugar, mas ali estavam elas andando como loucas na penumbra. "Cidadãos sem amor no coração". Ela sabia que não iria acabar bem qualquer que seja o final da história, não precisava contar seus receios e anseios para elas, que elas vissem seu lado tranquilo e despreocupado, do que seu lado apavorado e perturbado. Suas mãos tremiam segurando suas coisas e seus olhos também ardiam pois sabia que lágrimas ociosas queriam escorrer por sua face, mas não chorou, sua mãe querida disse que mulheres fortes não choram nem quando dão à luz e sua mão estendida numa lembrança mostrava que iria dar um tapinha na garotinha se mostrasse fraqueza frente desconhecidos. —Não acho que temos muitas escolhas. —Falou baixo mas alto o bastante para ser ouvida, segurando sua roupa cada vez mais apertado de forma atenta olhando para todos os lados conforme escutava sons de estalos na névoa. Não estava muito preocupada com seu vestido, na verdade o branco era bom pois escondia elas no nevoeiro, então não iriam ver as três facilmente, pensava confiando estar certa. —Não há nada no nevoeiro... —Dizia para si própria baixo, mas quanto mais falava mais sons escutava, suas co-companheiras não pareciam amigáveis o suficiente para quebrar a tensão do lugar, ficar em silêncio era mais aterrorizante do que falar para espantar os males, como sua mãe dizia a música e alegria espanta o mal, podia ser tolice para alguns mas a ruiva acreditava e sempre que sentia essa tensão cantar aliviava seus pesares, então cantava baixinho na sua própria mente, sequer teve chance de mostrar para elas o mapa que deram para si, então por sorte memorizou ele facilmente, devido a demora das outras duas que não pareciam tão contentes por ela ter dito isso, qual o problema? Era verdade mesmo apesar de ter soado mal, não foi elas que ficou desde o pôr-do-Sol sem nada no estômago, sozinha, com frio e ainda mais com o nevoeiro ao redor, mas vai saber o que aconteceu com elas, não podia imaginar, então não dizer é melhor do que falar algo sem pensar. A ruiva apertou os olhos, ela deixaria passar isso, relevar, afinal ninguém queria estar ali, só ela quem não lutou muito, após tentar fugir umas quatro vezes, mas os aldeões foram genuínos em dizer que se ela voltasse a fugir iriam repetir a queima as bruxas. Abriu o olhar assim que uma das duas se pronunciou dizendo seu nome e um pequeno sorriso singelo nasceu em seus lábios. —Sou Clara. —Respondeu apenas, contente por pelo menos ela não estar tão nervosa ao ponto de se calar. Porém a pena alegria foi passageira pois quando estavam caminhando já adentrando o caminho obscuro algo puxou a capa da ruiva de forma bruta o suficiente para arrancar dela num solavanco por alguns instantes arregalou os olhos pois a cordinha fina que prendia a capa antiga ficou presa em seu pescoço, mas logo se rompeu, felizmente teve tempo o suficiente para seu passarinho voar assustado e pousar sobre a sacola onde os animais dormiam escondidos. Ela então parou de andar bruscamente e olhou para trás não conseguindo ver nada além do branco. —Parem!! —Falou um pouco alto para que as duas parassem. —A-Alguma coisa puxou minha capa e levou ela!! É melhor a gente se apressar, não me sinto bem aqui no caminho, estamos expostas demais. —Falou de uma forma que sentiu uma respiração atrás de suas orelhas, talvez por estar atrás estivesse mais suscetível ao nevoeiro do que as duas mais próximas da fonte pequena de luz, então tratou de se aproximar mais de Cassandra para evitar que apague a lamparina da loira.


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#15 22-03-2022, às 21h02

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#16 22-03-2022, às 21h07

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com: Caçadores | em: The Groovy | roupaarma
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C H R I S T O P H E R   G A L L A G H E R  |  T H E   H U N  T S M A N


De todos os lugares em que o homem poderia desejar estar a abarrotada e turbulenta estalagem era a última. Queixava-se internamente do porquê de ser aquele lugar sendo que a casa de qualquer um dos integrantes lhe parecia boa o suficiente para isso, não só porque poderiam debater em paz como não precisariam manter a pose de simples morados; se é que quatro figuras peculiares e sempre reunidas pudessem ser consideradas simples moradores. Perigo também não era um problema, afinal o trabalho dos quatro os preparava para essas surpresas. De qualquer forma, era uma sorte que no the groovy estavam todos sempre muito animados ou bêbados para perceber algo, ou então já tinham algum conhecimento prévio do que eram como os instrumentistas, que cooperavam com todo o processo. Pode notar Jhonny do outro lado do balcão conversando com o atendente, mas sem questão de gritar ou a possibilidade de levantar-se rapidamente para cumprimentá-lo, devido o número de pessoas, apenas o seguiu com os olhos virando o líquido da caneca de uma vez. Aparentemente havia chegado a hora de trabalhar e o assobio de Dione indicava isso com clareza.

Com certa agilidade foi caminhando para a mesa de canto, esgueirando-se entre as pessoas que ainda estava de pé acomodando-se em outros lugares, tentando chamar menos atenção possível. Se é que lugar menos abarrotado existia lá dentro depois das portas fechadas. Notou então apenas as figuras de Johnny e Dione já acomodados, se questionando onde Madeleine poderia estar. Dúvida essa que não perdurou por muito tempo, afinal assim que encostou na mesa para se sentar viu a mulher de aproximando. Provavelmente estava andando logo atrás.

Certamente era preocupante não ter mais caçadores pela redondeza, isso dificultava muita as coisa para eles. Mas de certa forma se apenas eles sobraram dentre os outros, não havia dúvida que eram os melhores; pelo menos os melhores em se manter vivos. Quanto a pergunta sobre as informações Chris apenas penteou o cabelo para trás, pensativo, aguardando a ilustre figura de um senhor passar por eles
——— Não, sem novidades na fazenda. As plantações continuam do mesmo jeito, vai ser um inverno difícil ——— respondeu ao líder notando que deveriam ter cautela ao que iriam comentar por ali. Não havia muito o que explicar em sua fala, na realidade ela lhe parecia uma boa máscara para o verdadeiro assunto que Dione desejava saber. Não, ele não tinha nenhuma boa ou nova informação sobre as caçadas. Para o próprio desgosto.

Última modificação feita por Kytära (22-03-2022, às 21h48)


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#17 22-03-2022, às 23h00

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Interagindo com: Caçadores    Local: The Groovy     Trajando: Isto aqui + Isto aqui também     Arma:Está aqui


Assim como em todo entardecer a pequena família de Madelaine se dirigia para o “The Groovy” para se refugiar do inimigo que os espreitava durante à noite. Mesmo que seu marido provesse a eles uma bela residência com uma segurança reforçada, a francesa não se sentia a mesma tranquilidade de antes para passar as noites em sua casa, principalmente após o nascimento dos meninos. De uma forma natural, a maternidade lhe causou o aumento de sua preocupação, mas ela sabia que suas aflições não eram irracionais e justamente por isso que ela queria protegê-los ainda mais.Tal opinião se reforçava com os acontecimentos daquele dia, mesmo que não fosse nada espetacular, eles serviam de alerta para que a mulher fosse mais cuidadosa com a sua família, já que ela estava no meio do tiro cruzado e sabia que nem poderia garantir a sua própria segurança.

Tal como lhe era rotineiro, Madeline tomava as rédeas no cuidado de sua família. Primeiro, guiou Frederick com sutileza em direção ao bar, não queria ter que lidar com o seu marido durante aquela noite, principalmente com ele sóbrio e por isso já adiantou uns cinco canecos para ele com a garçonete. Em seguida, Madeline retornou a entrada do estabelecimento, onde a babá estava com Jean-Pierre e Anne-Marie em seu colo esperando as próximas ordens da sua superiora. A francesa se restringiu a apenas fazer um sutil movimento de cabeça indicando para ela seguir em direção aos quartos enquanto ela pegava o jovem Jean-Pierre em seu colo já que ele começava a pedir por um pouco de atenção da mãe. Feito isso, a caçadora observou a empregada e a sua filha se afastarem a distância e somente quando viu elas desaparecendo de seu campo de visão, Madeline seguiu junto com o mais novo em direção a recepcionista para anunciar que eles usariam o quarto por mais aquela noite, mesmo que eles tenham feito a reserva para a duração de um mês, ela gostava de avisar aos funcionários que eles estavam por ali, pois assim teria a certeza de que tudo estaria em ordem quando todos fossem descansar no fim do dia.

[...]


Após colocar os meninos para dormir e averiguar o estado de seu marido, Madeline aproveitou desse breve momento de paz para observar mais uma vez o pedaço de carta rasgada que ela havia recebido naquele dia. Ela abria o material com delicadeza tentando decifrar mais uma vez o conteúdo que estava escrito, mas para ela nada passava de palavras desconexas e isso a deixava irritada. Não por ser incapaz de entender o que estava escrito, já que uma parte havia sido perdida, mas pela a sua preocupação pelo o sumiço daqueles que conseguiram lhe entregar essas cartas. Porém, antes mesmo que a francesa pudesse mergulhar em seus devaneios, ela ouviu um sutil apito que anunciava que a reunião estava prestes a começar.

A francesa se reuniu ao pequeno grupo com um semblante mais fechado que lhe era costume, mesmo que ela não fosse a pessoa mais alegre do mundo, talvez fosse uma das mais transparentes em relação as suas emoções. — Na minha parte, trago novidades.- Madeline iniciava a sua história num tom falsamente alegre, ao qual ela já estava habituada a utilizas devido a sua classe social atual. A final a vida na elite era de aparências e para sustentar o seu personagem era necessário sempre manter um sorriso cordial e alegre no rosto apesar do caos em sua vida. — Como vocês sabem, Frederick e eu planejamos nos mudar para uma casa de campo, mas quando fizemos a visitação pude perceber que o sistema elétrico não estava na melhor qualidade, já que a luz falhava continuamente. – Enquanto Mad falava ela colocava a sua mão com sutileza em cima da mesa, batendo com a ponta do dedo indicador repetindo com fidelidade o que tinha visto a distância. Claro que as luzes piscando poderiam não ser significar nada, mas a julgar pelo o que eles tinham que lidar no dia a dia, aquilo não era a coisa mais estranha que havia visto. No pior dos casos, após decodificar a mensagem, eles não teriam nenhuma informação, indicando que aquilo era apenas um evento aleatório.

— Claro que sabendo desse problema, falei com algumas pessoas que moram na região para saber mais do casarão. Eles me derem alguns relatos dos antigos trabalhadores e parece que aqueles que foram trabalhar lá nunca mais voltaram.- Mad fazia uma pausa mais longa que a habitual, dando uma leve dica aos homens que a próxima parte a ser dita era uma parte inventada para seguir a linha se raciocínio. — Parece que os salários não era justos, então talvez esse seja o motivo da péssima manutenção do sistema elétrico.- a francesa falava essa última parte enquanto retirava a sua mão da mesa observando brevemente a movimentação das pessoas ao redor antes de continuar a dar as informações em códigos.—  Mesmo com a opinião dos moradores, consegui mais algumas informações do casarão com amigos de longa data. Já faz um tempo que não vejo eles, mas felizmente eles me deixaram uma carta. Pena que não consigo entender o conteúdo da mesma, acho que ainda não sou tão fluente na língua desse país.- Madelaine falava por fim entregando a carta à Dione. Não sabia se ele conseguiria entender tal conteúdo, mas ao menos era uma pista que até o momento que ela os avistou eles ainda estavam vivos.

— Claro já ia esquecendo... Os moradores também recomentaram que a gente não andasse por ai muito tarde da noite. Mesmo sendo um lugar seguro, nunca sabemos dos perigos que espreitam durante a escuridão da noite.

Última modificação feita por LizGiulles (23-03-2022, às 13h54)


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#18 23-03-2022, às 17h14

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Moisesbe
Indo para a enfermaria
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Johnny Waterfall
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The man and his Hat  - John - 34 Anos - 1,88m - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngRoupahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngArmahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngSoundtrackhttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png - https://image.ibb.co/nvhBoe/Star.pngFichahttps://image.ibb.co/nvhBoe/Star.png
Local: The Groovy Iteração: Hunters

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Ahh, finalmente lá estavam prontos para debater o próximo passo de sua infame e secreta caça as bruxas. Ou, aos próprios demónios no caso. John ouvia a voz de Dione a "implicar" com ele e o homem soltava um pequeno riso, então ele esticava o corpo para trás se empurrando com a bota contra a mesa. -Mas é claro que eu lavo o chapéu. Quando tomo banho. Ele fazia uma piadinha miserável mas ele também levava o chapéu nessas ocasiões mas não tomava realmente banho com ele, apenas John era paranoico e tinham medo que roubassem o seu maior tesouro. -Oh sim, tive que usar outro tipo de roupas em ocasiões especiais. Já contei para você, a famosa história de como um bando de sereias afundou meu navio? Lá estava eu, vestido longas e vermelhas vestes que remetiam a um vampiro... Então o homem levantava um pouquinho o chapéu abrindo um olho para ver a expressão do líder, como os outros ainda não tinham chegado, Johnny tinha tempo para pentelhar ele durante mais um tempinho então ele se balançava um pouquinho no sofa e continuava a inventar coisa. -Um velho mago me falou que esse tipo de roupa iria intimidar elas, mas ao que parece foi o vermelho das vestimentas que chamou a atenção das criaturas! Dá para acreditar? Ele estava falando essa história em um tom de voz realmente alto, o que dava a entender que fazia parte do seu disfarce, pois quem ouvi-se iria pensar que eles estavam conversando só sobre mais alguma história fantasiosa da parte dele. Mas então John voltava a se sentar direito e a voltar a um tom mais sério quando o povo se reuniu. Até porque Dio falou sobre o assunto ser sério e ele sabia separar brincadeiras de um trabalho sério. E então, dava para notar um ar super chocado em John se ele não tive-se com o seu chápeu na fuça. O caçador se sentava de uma forma correta e levantava o seu chapéu para olhar direito para o líder. E falou em um tom de voz muito mas muito mais baixo do que o anterior -Espera... Só tem nós os quatro? Eu, você, Chris e Mads? Ele perguntou deixando transparecer certa preocupação. -Tá zuando? O que aconteceu aos outros? Morreram de fome ou viraram comida? Agora isto sim era preocupantes. John então apoiava os braços na mesa olhando para os seus colegas quando Dio perguntou sobre informações. Ahhh, claro. A nossa querida e sensual Madelaine estava lá para salvar o dia, o que seria deles sem a mulher? Por isso ele secretamente tinha um crush nela. -Por isso você é a minha caçadora preferida. John apoiava a mão contra sua boca e queixo olhando para ela... Sim ela também era a única caçadora mas isso não a impedia de ser a favorita, impedia? Bem e essas eram informações realmente interessantes, em um misto de preocupação e curiosidade John falou para o líder quando recebeu a carta. -Dion? Conclusão? Ele perguntou esperando o amado líder deles talvez ler a carta? Mads alertou eles por causa do perigo, e não era isso que preocupava John. John viajou pelos sete mares então "perigo" era o nome do meio dele, o problema que John tinha era morrer em vão e ele não estava a fim de descer ainda mais o número de caçadores nos quais Dio confiava então ia tentar ficar seguro pelo sim pelo não.


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#19 23-03-2022, às 20h19

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∙ D E L I L A H   A S H D O W N - T H E   B R I D E ∙


----- Delilah....eu me chamo Delilah ----- respondeu as garotas mantendo sua visão fixa no caminho a frente. Igual da história, completou em sua mente lembrando-se de como sua mãe contava a origem de seu nome, por mais que achasse estranho ter escolhido justo o título de uma traidora e traiçoeira mulher; mesmo que a descrevessem como deslumbrante. Apesar da capa pesada e do vestido de mangas, um frio incômodo começava a tomar conta do corpo da loira. Acreditava fielmente que tal sensação fosse mais devido a tensão do momento do que realmente algo ligado ao clima da região, afinal pela por aquelas terras já tinham passado por invernos piores. A névoa tornava a caminhada muito mais fúnebre, como um cortejo por aquelas terras que não tinham nada além de gente morta. Ossos e tristeza espalhados pela terra, era apenas isso.

A voz abrupta de Clara então cortou seus pensamentos como se realmente estivesse recebendo um golpe pelas costas, o qual a fez retesar a coluna rapidamente. Os olhos, agora arregalados, adornavam a face pálida enquanto se virava para ver o que havia acontecido, protegendo ainda mais o bocal da lamparina para que não apagasse com o movimento. Seu coração palpitava como um pequeno passarinho enquanto procurava em volta qualquer forma ou vulto do que pudesse ter pego a capa da ruivinha, sem êxito
—— Não podemos correr se não a vela se apagará e de qualquer forma não conseguimos enxergar nada além dos próprios pés —— e acrescentou —— Fique mais próxima de nós....por favor —— sua voz soou como um pedido amigável e até mesmo preocupado visto a impossibilidade de apenas saírem correndo dali. Por mais que não as conhecesse e tão pouco confiasse inteiramente nelas, não queria deixá-las ou ser abandonada naquele nevoeiro estranho.

O crepitar das árvores e a iluminação avermelhada bruxeando aumentavam pouco a pouco o medo no ambiente e consequentemente na cabeça das jovens. O frio que estava mais cedo havia se tornado uma onda quente que ocasionalmente tomava seu corpo e logo ia embora. Delilah então virou-se para as companheiras antes de seguir para qualquer direção, uma vez que apesar de estar portando a luz não sabia nada sobre o caminho. Rapidamente Cassandra indicou a esquerda e hesitar ou questionar seguiu liderando-as novamente por aquele caminho. A cada passo que davam parecia que a névoa se tornava mais e mais densa, fazendo a jovem questionar se estavam se aproximando de algum rio
—— Estamos no caminho certo? Céus, somos tomadas iguais animais e nem se indignam a vir nos buscar. Se morrermos tomara que o desgosto tome conta daquele homem —— praguejou enquanto caminhava com os olhos fixos no horizonte, forçando-os como se tentasse enxergar algo a sua frente.

Última modificação feita por Kytära (23-03-2022, às 20h21)


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#20 25-03-2022, às 00h15

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Interagindo com: Clara e Delilah    Local: Entrada do cemitério     Trajando: Isto aqui + Isto também


Após escutar o nome de ambas as mulheres, Cassandra se restringiu em ascender brevemente a cabeça enquanto protegia a chama do pires da melhor maneira o possível. Mesmo que saber do nome de suas companheiras tenha dado um pouco de humanidade a aquela situação, o cenário fantasmagórico e os constantes sons de criaturas de movendo nas sombras impediam de que a tensão fosse diminuída. Desse modo, enquanto se mantinha calada, a irlandesa tentava mentalizar as poucas lembranças boas que ainda restavam de sua vida: ela pensava em todas as madrugadas perdidas que garantiam a união de toda a família, nem que seja por poucas horas dos dias, as brincadeiras com os seus irmãos mais novos, o seu entusiasmo de conhecer Dublin pela a primeira vez.

Mas, antes mesmo que a noiva pudesse se aprofundar mais em seus pensamentos, ela parou de forma súbita quando escutou a voz da ruiva sair em um tom mais alto do que o anterior. Sob o efeito da adrenalina em suas veias, Cassandra imediatamente virou-se de costas para entender o que se passava com a mulher e a analisou para observar se ela estava ferida. Sem pensar duas vezes, a irlandesa estendeu o seu braço indicando para que ela se aproximasse mais delas. — É melhor conseguirmos um jeito de chegarmos logo ao nosso destino, quem sabe tenha um atalho no mapa. O que acabou de acontecer não é um bom sinal.- a irlandesa falava de forma distante enquanto tentava observar qualquer movimento ao redor delas. Mesmo que elas não tivessem nada em mãos que as pudessem proteger, ela não desejava ser desprevenida novamente. — Venha, não fique no frio. Pode se proteger comigo junto ao meu capuz.

Continuando a caminhar junto com as jovens mulheres, elas encontraram a sua primeira dificuldade ao encontrarem três possibilidades de caminho. Sem saber qual caminho seguir, Cassandra olhou de relance para Clara esperando alguma indicação já que era ela que tinha o mapa em mãos. Como se passaram alguns instantes sem resposta da mesma, a irlandesa supôs que ela deveria ter perdido o mapa ou ainda estava abalada com o último evento e por isso ela resolveu sugerir um caminho. Dentre os três que tinha em sua frente, o da esquerda tinha uma aparência mais receptiva que os anteriores, com um caminho ligeiramente mais amplo e que tinha uma boa luminosidade da lua.— Esquerda, talvez?. Seguir nele parecia o mais lógico a se fazer e como nenhuma das duas se opusseram a sua sugestão, ela apenas continuaram o seu caminho.

Vendo que a cada passo que davam a neblina se tornava cada vez mais densa, Cassandra começava a se questionar se havia feito uma boa escolha. O caminho que antes parecia tão convitativo, começou a mudar drásticamente assumindo um cenário cada vez mais opressor. — A neblina está mais densa nesse local e isso não me agrada. Talvez, tenha outra bifurcação mais à frente que nos tire desse caminho.- A mulher falava em um tom mais baixo, como se não quissese atrair qualquer coisa que estivesse nas sombras. Ela continuou em silêncio por alguns instantes, até ouvir Delilah reclamar da situação em que elas se encontravam e isso fez com que ela soltasse um suspiro desanimado. -Duvido que ele irá ser comovido tão facilmente, no final, ele deve pensar que somos tão insignificantes como todas as outras. - a irlandesa falava com um evidente tom de amargor em sua voz enquanto retorcia brevemente o seu nariz.

Última modificação feita por LizGiulles (25-03-2022, às 10h45)


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#21 25-03-2022, às 19h46

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Interagindo com: Duque/Berenice/George|||Local:Entrada do Reino

Sr. Afonso começou a divagar empolgado e amarrou as rédeas dos Cavalos do Lorde para que ninguém os roubem, amarrou-os bem e colocou uma insigne do Duque de Gunnar, afinal ninguém seria tolo em mexer com aqueles animais, principalmente o cavalo indomável do Duque que estava entre eles e seus olhos fumegavam chamas, para amedontrar os aldeões e criaturas que ousassem tocar no alazão. ─Muito obrigado jovem Hathaway, seus agradecimentos me são agradáveis. ─Sorriu sincero, mas o olhar afiado do Duque ao ouvir isso o fez parar de sorrir e desviar o olhar para Berenice, ambos se entreolharam como quem conversavam mentalmente "Viu isso? Fiz algo errado?", a idosa apenas moveu uma das sobrancelhas em resposta simples e rápida, ela parecia incomodada e Afonso não sabia do motivo, o porque dela se incomodar com o Duque tratando um criado bem, isso mostrava que era educado. Tirou se chapéu e apertou-o em mãos, sentia certo receio de estarem ali. ─Milorde, estar aqui é necessário? ─Não havia ninguém para recebê-los, que falta de respeito. ─Porque ninguém veio receber o senhor? Isso é tão desagradável. ─Se referia a névoa, não conseguia ver nada, apenas conseguiu enxergar Berenice e George porque ascendeu uma tocha que esqueceu de mencionar, mas era porque o Duque não dizia certas coisas apenas olhava e seu olhar era como ordens mudas. Se aproximou da idosa e ofereceu a tocha a George, para que ele guiasse, enquanto Afonso se atendeu em pegar todas bagagens dos quatros, duas embaixo de cada braço, duas em mãos e a mais grande e pesada o Duque se atentou em pegar, naquela mala ninguém tocava ou ele arrancava os dedos. ─Jovem Hattaway, quer algum casaco? Trouxe alguns... ─Ofereceu gentilmente, era costumeiro empregados emprestarem suas roupas, mas uma roupa vinda do Duque causaria choque para Afonso e principalmente Berenice, ambos cuidam da mansão desde quando eram crianças.


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#22 25-03-2022, às 20h47

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Interagindo com: George | Berenice | Afonso ||| Local: Entrada do Reino


Um suspiro profundo e olhar vago fixou no horizonte, estava deveras incomodado com a Ordem, como tratavam-no e cuidavam de ambos como grandes meros problemáticos para eles, se não fosse pela regra tola de proíbir mulheres humanas como parceiras dos Vampiros não teria esse problema estabelecido por gerações. Olhou por cima dos ombros para Afonso com o olhar rígido e afiado, dizendo de maneira muda "Menos". Olhou com o canto dos olhos novamente desta vez para George que se agarrava para suprir a necessidade de reter calor corporal, julgou que não adiantaria muito, então tirou sua capa que utilizava apenas por aparência já que seu corpo era frio e não sentia tremores ou a frieza do ambiente. ─Use-a. ─Sorriu de lado de forma maliciosa e cínica quando viu que Berenice e Afonso olharam de maneira chocada, não iriam gostar nenhum pouco por isso que se virou e colocou nos ombros alheios a capa pesada e longa de pêlo animal, sua cor vermelha e negra combinava com o trajar de Dimitre, mas ele não importava de emprestar, melhor do que ver seu Cálice cheirando a sabão de segunda categoria, o cheiro exato de Afonso e o de Berenice, perfume exagerado deixando o cheiro de enxofre impregnar nela. ─Não deve se preocupar com isso, senhor Afonso. Preocupe-se com as malas. E não se preocupe senhora Berenice, não têm ninguém para governar por aqui, então apenas relaxe. ─Dito isso caminhou até a carruagem e pegou sua mala pesada e bem moldada, olhou para seu alazão negro e se aproximou o suficiente para acariciar sua crina negra com a mão livre enluvada. ─Tome cuidado, trate qualquer um com estranheza. ─Alertou o animal baixo e após dar uma tapa gentil no topo de sua cabeça se afastou, retornando ao grupo antes que a névoa os engolisse. ─Deveras, não iria deixar meu lar e vir neste fim de terras para passear. ─Respondeu a seu cocheiro, sua voz estava calma e soou um pouco lenta para ele acompanhar sua fala, mas a ironia estava presente e Afonso encolheu os ombros fingindo não ter entendido, mas lembrava muito bem que não iria vir para Transylvanien se não julgasse necessário. ─Não se preocupe com isso, não há Nobres por aqui, e aqueles que julgam ser não tratam de mentirosos e egoístas. ─Incluiu o Conde nisso, não queria lembrar exatamente do momento em que discutiram, então não iria mencionar nada relacionado a ele por enquanto. ─Queria que não tivéssemos. ─Respondeu ao jovem Hattaway. ─Infelizmente meu jovem, o tempo é mais curto do que gostaria. ─Disse um pouco amargurado com isso, afinal mal foi avisado e no mesmo instante deram um prazo extremamente curto, caso não cumprisse ambo os dois vampiros estariam na lista negra da Ordem e isso não iria soar bom, como o bem sabe, pelo menos os criados não levam a culpa do Lorde banido, apenas sua família, e felizmente Dimitre não têm mais ninguém. Por esse motivo que Dimitre assim que retornou da sua viagem que durou um mês ao seu lar mal teve tempo de apreciar sua moradia e cálices, precisou deixar as moças e rapazes para trás trazendo apenas George consigo, e um pedaço do cabelo loiro de Olivia, já que não a encontrou para trazer junto e não sabia onde estava, como ela deu-lhe como um presente decidiu guardar em um potinho que guardava no bolso, fez o mesmo para com os outros, assim tinha cada um consigo, apenas não o fez com Hattaway, seria mais estranho do que aquilo que fez consigo, ou não? Pensou um pouco, mas desviou a atenção aos vultos que julgou ver com seus olhos azuis que brilharam em carmesim vendo exatamente o que eram. ─Me ouçam. Fiquem pertos de mim, não saiam jamais de perto. Irei atrás de vós. ─Ordenou com a voz um tanto que ameaçadora, não queria que saíssem de perto ou seriam levados, ele sabia que aquela névoa só aparecia quando... "Isso não aconteceu por aqui, certo? O que anda fazendo Drak?"─Vamos, precisamos sair desse nevoeiro.─Parou de andar, pensando melhor seria bom para o trio que fossem de carruagem e não apé. ─Amarrem as bagagens nos Cavalos, iremos cavalgando. ─Além de rápido seria melhor, ele andava rápido e os outros idosos? Tão lentos que seriam presas fáceis. Então colocou sua mala no chão e caminhou até a carruagem, acariciou a obra-prima como se fosse uma donzela e começou a soltar os três cavalos, ele sempre obrigava os seus criados a colocar as selas nos cavalos para alguma emergência, não tão pesadas para não ferir os animais, apenas uma básica. ─Afonso e Berenice, usem o Browner. George use o Zandor, irei com o Black.─Falou rápido e pegou sua mala dando um jeito de subir no cavalo usando apenas uma das mãos, usaria esta mesma para guiar. Olhou para George e os idosos esperando que conseguissem montar nos cavalos mansos, levaria George consigo, mas Black não gosta que montem em si além dele. ─Se não conseguirem iremos com a carruagem.

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#23 25-03-2022, às 21h48

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Apertou as sobrancelhas e ergueu a mão pedindo uma bebida, francamente eram péssimas novidades, ele não havia gostado nenhum pouco disso, porquê raios está sendo mais complicado do que pensava que seria? Droga, era para ser uma missão fácil como sempre, caçar vampiros nunca foi complicado, tirando a parte de lutar contra eles, mas por algum motivo nesse fim de Mundo nunca o Sol aparece cem por cento, sempre a névoa cobre e tudo se torna num dia nublado, e Dione sabe que isso nem faz cócegas nos Vampiros, infelizmente. Fechou o punho e o apoiou na mesa se segurando para não socar e acabar quebrando a mesa inteira de madeira, seria exagerado, mas por sua linhagem não é impossível, já pensou em transformar seus caçadores, mas quem iria querer? Se nem sabem seu segredo. ─Esse inverno sem fim. ─Respondeu Christopher como se respondesse "Entendo". Sorriu para Johnny, realmente ele somente o lava quando toma banho? Seu cheiro diz o oposto. ─Acredito em ti. ─Seu sorriso largo apenas aumentou conforme a ironia era compreendida pelo caçador, mas se desfez tão rápido quanto surgiu. ─Oh, me admira que as sereias não te seduziram. Será que seu cheiro afastou elas? Ou seu traje vampiresco? ─Seu tom era de brincadeira, mas seu olhar logo voltou a seriedade, conforme Madeline se juntou a eles e ele aguardava que ela pelo menos soubesse de algo. Ele não gostava de brincar com Vampiros, eram umas pragas na Terra que tinham que ser extinguidas, mas sua preocupação maior provinha do Castelo e Nevoeiro. Olhou seriamente para John, seu olhar respondia, pois suas íris estavam mesclando raiva e tristeza aparentes, não negava que estava irritado e com sede de vingança, mas como iriam atacar algo que nem certeza possuem do que é? ─Queria mentir e dizer que não, mas apenas restou nós quatro. A colheita vai ser difícil, os fazendeiros não irão enviar mais trabalhadores, disseram que nós temos que nos virar para colher algo. Nesse inverno vai ser difícil. ─Respondeu num tom alto, queria que ouvissem a conversa e entendessem que se tratava apenas de negócios. ─Sabemos John o quanto "preferida" ela é para você. ─Rolou os olhos ao sentir os hormôios do Homem, claramente ele não sabia que transmitia emoções pelo cheiro quando a mulher estava perto e Dione sentia isso toda vez, infelizmente para suas narinas, o que escondia um pouco era o cheiro da caçadora, ele tossiu coçando um pouco o nariz para desfocar sua atenção nisso, mudou a respiração pela boca, entreabrindo um pouco para respirar assim ao invés de cheirar cada pessoa naquele lugar. Ele sorriu com o canto dos lábios, satisfeito, felizmente Madelaine não decepcionou, ele confessa que quando a viu pela primeira vez pensou que era difícil para ela ser caçadora ainda mais com crianças, não sabia quantos anos tinham, mas ela cheirava a criança e a um homem, seu marido? Atualmente ele sabem quem são. ─Ótima notícia, nossa colheita será possível? ─Perguntou e aguardou a resposta. Franziu as sobrancelhas e seu olhar em surpresa se fez presente, ele então sorriu. Era a exatamente a notícia que queria. ─Um dos nossos trabalhadores devem ter conseguido arrumar a luz, se voltar a ver novamente nos avise. ─Balançou a cabeça indicando que estava tudo bem, até aí por enquanto, torcia para que tivessem entendido o que quis dizer com "trabalhador". ─No entanto não podemos ajudá-lo ainda. ─Deu uma simples instrução, não seria possível se aproximarem ainda, como são quatro iriam se dividir em dois para tentar uma aproximação ao amanhecer, felizmente John sabe separar sua paixonite platônica por Madelaine quando estão trabalhando, lançou um olhar para ele e ela de "caso sejam dupla, foco". Sendo a última parte para o Caçador. ─Não é atoa que não conseguem retornar, parece que alguns dão no pé, aqui é um pouco difícil para quem não têm classe. ─Piscou um dos olhos para eles e inclinou a cabeça para a direita, um dos Lords da Cidadela bebericava seu vinho tinto observando o grupo e ergueu a taça como se estivesse cumprimentando, Dione apenas balançou a cabeça em cortesia, e pensou "idiota, não atrapalha meu raciocínio". Olhou para a morena e fixou o olhar em sua face, descendo seus olhos para a carta que ela deslizou pela mesa até entregá-lo. Dione pegou o pedaço rasgado em mãos e começou a ler as partes que estavam ainda legíveis. O resto estava cortado e sujo com marcações de tinta manchadas com alguma espécie de líquido molenga.

"****** Em segurança. Mas algo não *** ***.
****** *** * Conde, *** algo *** não sei.
Ele ainda *** ** ***. ***** escondido.
Névoa é ******** ***** Somem ****.
Cuidado *** * ******** Flagelo.
N/T Sore: Ainda não é possível decifrar a mensagem. Mas quem querer se arriscar, me fale.


Franziu as sobrancelhas e olhou para todos. ─A noite é bela, temos que apreciar, mas iremos ouvir os conselhos dos mais  sábios. ─Suspirou e pegou seu livro o abrindo, estendeu no meio deles e folheiou as páginas até parar numa que estava escrita "Flagelo", mas havia apenas um pequeno relato escrito e mais nada, a folha inteira estava em branco onde deveria conter informações e um desenho da criatura.

"Dizem que um Flagelo aparece quando algo acontece, algo sangrento e profano que mancha o solo e o torna podre. Uma névoa é o presságio, ninguém sabe o que é ou o que faz, mas todos que adentram nela somem e jamais retornam, cuidado com a Névoa, ela é o ínicio do Flagelo, quando ele chegar será o fim. Nunca dizem o nome ou eles virão".

A língua escrita era legível apenas para os Caçadores, então não ligou se algum curioso olhou para o grimório. ─Iremos nos separar, irei com um de vocês até próximo da moradia para ver se a afiação está intacta ainda. E outro de vocês irão procurar algo sobre... aquele homem ligeiro, ao amanhecer. ─Tampou o lábio fingindo estar sorrindo, mas ele não pensou em outra coisa que parecesse "Flagelo" se falar em alta voz irá chocar a todos, e como estava escrito se disser o que julgou ser o Flagelo iria atrair o que?. ─Ah como está escrito, não precisam dizer o nome disso. É algo simples, mas não digam. Vamos respeitar o que os moradores disseram, nos será útil e melhor por enquanto. Agora, olhem isso, é a nossa próxima colheita. ─Mostrou para eles o outro livro com o nome de todos os caçadores que sumiram sem deixar rastros, a lista de todos estava riscados, até mesmo Lucille Winter a caçadora que esteve com o quarteto havia sumido, como ela gostava de brincar, chamava o Líder de "Lobão", Johnny de "Capichorrão" mesmo que ele odiasse, Dio lembrou quando repreendia ela desse mal costume, chamava Madelaine de "Feiticeira" e Christopher de "Gatão" com um trocadilho, claramente elogiado ele e provocando os outros, mas quando ela saiu com outro caçador desapareceu, fazia quatro dias. ─Por agora vamos comer, beber e dormir.─Mas ele não tinha fome, em prol dos caçadores que sumiram, não sentia fome, então esperou lerem para guardar os livros e mapas.

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#24 28-03-2022, às 01h27

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#25 02-04-2022, às 16h51

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Interagindo com: Caçadores >>> Sozinha   Local: The Groovy     Trajando: Isto aqui + Isto aqui também     Arma:Está aqui


Apesar da notícia desanimadora de que haviam restado apenas eles para combater tais criaturas, a informação não surtiu tanto efeito nela quanto nos seus colegas de trabalho. Não sabia precisar o real motivo de sua apatia, mas acreditava que parte disso estava relacionado com a trágica perda em sua família que mesmo após tantos anos a lembrança ainda estava marcada em sua memória. E, mesmo que ela não quisesse admitir, a perda de seus entes queridos impactou consideravelmente no seu emocional, já que antes ela era reconhecida por ter um olhar alegre que transbordava vida, com o decorrer dos anos ela assumiu uma expressão mais fria e séria que só se quebrava em poucos momentos para assumir uma expressão falsamente amigável.

Mas, naquela noite, a sua expressão havia sido quebrada mais uma vez diante dos comentários inapropriados que ela ouviu. Mesmo que no momento que escutou tais palavras ela deixou passar, pois o seu foco era repassar as informações mais importantes ao grupo, após ouvir o comentário Bellsing que instigava um pouco mais da situação, ela resolveu expressar o que pensava para que aquele tópico não ficasse se repetindo durante a reunião. ─ Não sei se vocês notaram, mas estou aqui e estou escutando tudo. Não fiz nada de extraordinário, só fiz o que qualquer um poderia fazer e além disso não gosto de chamar atenção para mim. - a última parte em que dizia, a francesa se direcionava diretamente no deslize de lhe chamar de caçadora. Mesmo que não tenha dito de uma maneira alta, para que pudesse ser dito algo apenas entre o grupo, nunca se sabia se haveria alguém escutando a conversa deles. Tal como ocorreu em momentos anteriores quando um homem passava na frente da mesa deles claramente querendo se inteirar da conversa do grupo.

Retornando mais uma vez a sua atenção à conversa, Madelaine apenas se restringiu a balançar brevemente a cabeça em resposta ao pedido do chefe de continuar as suas observações do acender e apagar das luzes do casarão. Ela pensava em fazer isso no dia seguinte, talvez nas primeiras horas do dia, pois não haveriam tantas pessoas a observando caso ficasse muito tempo parada nos arredores do castelo. E, de certa forma, ao fazer isso talvez ela pudesse ver algum sinal de vida naquele lugar e constatar se o infiltrado deles ainda estava vivo. Após ter escutado o aviso que os moradores e também de repassar o que havia escutado deles para os rapazes, ela começava a duvidar se aquilo era um bom plano. Mesmo que Dione se demostrasse otimista de que eles conseguiriam resgata-lo, ela tinha um pé para trás em relação a isso pois agora só restava quatro deles ali naquela mesa. Mas no fim, de nada adiantaria expressar as suas reticências naquele momento, pois o plano já estava rolando e não tinha nada a ser feito. Agora eles só deveriam aguardar pelos os resultados com a esperança de adquirirem as informações que tanto desejam.

Vendo agora Bellsing retornar o olhar inquisidor para Madeline e John para que se comportem, a mulher não pode conter de soltar um suspiro cansado esperando que logo eles retornassem mais uma vez para o que importava. Não era o momento adequado para discutir relações, e como sabia que a maior parte do aviso estava direcionada ao homem, ela resolveu não acrescentar nada. Passado esse momento, Mad observava com atenção ao livro que o chefe colocou na frente deles e ao ler o seu conteúdo do livro a mulher começava a mexer na pedraria no anel sinalizando os seus primeiros sinais de nervosismo. ─ Isso não parece nada bom. Mas será que seremos capazes de reverter esse problema? - a francesa questionava a Dione esperando que ele tivesse mais alguma resposta debaixo de suas mangas. Mesmo que eles tivessem poucas informações naquele momento, não lhe parecia nada animadoras.  ─ Tudo bem, boa noite para vocês.- após ter escutado as últimas orientações de Dione a caçadora se preparava para sair daquela mesa, talvez para ir em direção ao seu quarto ou para se juntar um pouco a Frederick no bar para manter um pouco das aparências.


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